domingo, 3 de fevereiro de 2008

COMUNIDADE NO FORRÓ

Aproveite o carnaval para conhecer o verdadeiro Forró Pé de Serra com Fernando Otz e a banda Filhos D'Aldeia. Maiores informações na postagem da ultima sexta feira ou pelo tel:

FERNANDO OTZ
(22) 8138-5789
(21) 8299-5323
(22)2668-2642


Dia 10/02 acontecerá um novo encontro da comunidade nordestina na esquina da Professor Otacílio com Duque Estrada, em Santa Rosa, Niterói. Você não pode perder.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

CONTATOS: ALDEIA VELHA

Para quem deseja conhecer Aldeia Velha é só pegar a BR e se informar perto de Silva Jardim. É uma bela comunidade. O convivio com a natureza e a paz são marcantes. Fernando Otz morador do lugar e músico integrante da banda de forró Filhos D'Aldeia é o nosso contato de hoje.


FERNANDO OTZ:


Beira Rio e Fernando Otz apresenta:

02/02 FILHOS D'ALDEIA
03/02 FILHOS D'ALDEIA NA PISADA ( Forró/Samba )
04/02 FILHOS D'ALDEIA

Produções :
FERNANDO OTZ

(22) 8138-5789
(21) 8299-5323
(22)2668-2642

INGRESSOS ANTECIPADOS NA ART D'ALDEIA

Mulheres s/ flyer R$ 8,00
Mulheres c/ flyer R$ 5,00
Homens s/ flyer R$ 10,00
Homens c/flyer R$ 7,00

01/02/08 Filhos D'Aldeia - Na beira Rio em Aldeia Velha.
02/02/08 Filhos D'Aldeia - Na beira Rio em Aldeia Velha.
03/02/08 Filhos D'Aldeia - Na beira Rio em Aldeia Velha.
06/02/08 Filhos D'Aldeia- no Flagra Pub, em Rio das Ostras.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Amigos da Martins Torres - Barreira

Barreira

POR: FABIO DA SILVA BARBOSA

& LUIZ HENRIQUE PEIXOTO CALDAS

No final da rua Inácio Bezerra de Meneses fica a comunidade da Barreira, que entre outras dificuldades enfrenta a dificuldade no acesso a água e a falta de saneamento. Uma caçamba de lixo está colocada em local impróprio e já ocasionou acidentes. Embora ainda não tenha ocorrido deslizamentos graves, não existe mecanismos para amenizar a água que desce pela rua com força assustadora em dias de chuva.

Marcio de oliveira, morador e barbeiro da barreira

Marcos de Oliveira, barbeiro e morador local nos levou por caminhos acidentados, mostrando a dificuldade das pessoas em chegar até suas casas e o esgoto facilmente observado ao sair da Inácio Bezerra de Meneses, entrando nas trilhas que levam as residências. Reclamou da obra inacabada na rua, o que transtorna a vida das pessoas com dificuldade para não escorregar na inclinada ladeira de terra e das promessas dos políticos em época de eleição. Com tristeza concluiu: “Estamos abandonados.”

Zequinha, Marcos e a filha

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Amigos da Martins Torres - Zequinha

Entrevista com Zequinha

POR:FABIO DA SILVA BARBOSA & LUIZ HENRIQUE PEIXOTO CALDAS

Zequinha é uma figura única. Querido em todas as comunidades e sempre bem vindo em todo lugar, nos acompanhou em praticamente todas as visitas que fizemos para compor esta matéria.
Comunidade: Quanto tempo você mora na Martins Torres?
Zequinha: A 63 anos. Vim para cá quando tinha 2 anos. Morava na Tavares de Macedo.
Comunidade: Como conseguiu fazer esse bom relacionamento com todas as comunidades da região?
Zequinha: Quando viemos morar na Martins Torres, não havia água por aqui e nós tínhamos um poço. O pessoal vinha pegar água e a gente deixava. Aí fui fazendo as amizades. Era muita gente querendo água. Até hoje o poço existe.
Comunidade: Não pensa em vir como candidato?
Zequinha: Não. Larguei isso para lá. É muita covardia. O próprio cara que te apóia quando você vai ver te trai ou faz um acordo. Cansei disso.
Comunidade: O que você viu acontecer aqui de bom?
Zequinha: Muita coisa, mas se a conversa ainda for de política a resposta é nada. Nunca vi ninguém adiantar nada de importante para o pessoal daqui.
Comunidade: E de ruim?
Zequinha: Minha vida sempre foi aqui, junto com o pessoal. Nunca tive problemas.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Amigos da Martins Torres - Alameda Tropical, antigo Morro da Paulada

Morro da Paulada muda de nome, mas os problemas continuam.
TEXTO E FOTOS POR: FABIO DA SILVA BARBOSA
LUIZ HENRIQUE PEIXOTO CALDAS

O Morro da Paulada que também está agregado a AMAMTA, registrou esse ano seu novo nome, Alameda Tropical. A mudança tem como intenção valorizar o lugar já que o antigo nome estava relacionado a brigas que ocorriam no lugar, como nos foi exposto pelo morador Átila Ramos.









Escadas em situação precária, zéquinha e seu Neném conversam sobre as histórias do lugar e soluções para problemas, Josi conserta a escada principal com ajuda de moradores.

Josi e Seu Neném são reconhecidos como os mais ativos quando o assunto é melhoria no lugar. Ajudaram a construir a escada de acesso feita pelo Coronel Loureiro, político que residiu na Martins Torres até seus últimos dias de vida. As escadas que levam a pontos mais altos estão em situação precária e já levaram pessoas a acidentes fatais.
Um exemplo de solidariedade é dado pelo prédio vizinho, localizado na rua Martins Torres 307. Além de doar sua caixa de esgoto ele doou parte de seu terreno para a construção de um campo e uma pracinha. Embora já tenham recebido visita de engenheiros e integrantes do corpo de bombeiros ainda não se tomou nenhuma iniciativa e o terreno está sofrendo com acúmulo de lixo e correndo risco de deslizamento. Quanto a isso Josi tem sua opinião: “Eles dizem que está na época das vacas magras. Ganhamos o terreno e não estamos podendo utilizar. A prefeitura podia aproveitar, dando uma área de laser as crianças daqui, que não tem nenhuma.”
Seu Neném, com 58 anos, também se expressou sobre os problemas que sofre. “Falta corrimão na escada para o pessoal de idade. É difícil trazer material de construção até aqui. Não temos acesso para carro, muito menos projeto social. Estão todos contando com a construção da pracinha e do campinho. O muro do prédio está correndo risco de cair. E teve também as casas que desabaram. O ex-presidente da associação Marinho tentou conseguir verba para ajudar, mas parece que não conseguiu.”


O lugar que foi cedido pelo prédio para se fazer a pracinha está abandonado

e o muro correndo risco de cair,os moradores aguardam por ajuda da

prefeitura para realizar a obra

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Amigos da Martins Torres

COMUNIDADE
POR: FABIO DA SILVA BARBOSA
LUIZ HENRIQUE PEIXOTO CALDAS

COMUNIDADES SE UNEM A UMA MESMA ASSOCIAÇÃO BUSCANDO MAIOR VISIBILIDADE

A rua Martins Torres, em Santa Rosa, Niterói é muito conhecida por abrigar o Hospital da Polícia Militar, a garagem da companhia de ônibus Viação Araçatuba e uma conhecida fábrica de tortas, a Real Tortas. Mas o que pouca gente sabe é que ali, no n° 488 fundos, fica a AMAMTA (Associação de Moradores e Amigos da Martins Torres e Adjacências). Uma Associação que se diferencia por não cuidar apenas dali, mas de todas as ruas começando na Professor Otacílio e se estendendo até o final da Martins Torres. São 33 ruas, incluindo morros, vilas e travessas.
A associação foi fundada no dia primeiro de junho de 1991, com a idéia de unir forças para conseguir maior expressão para seus pedidos e necessidades. Atualmente conta com Valadares na presidência, eleito em 20 de Fevereiro de 2005 e com 102 associados, que colaboram com valores a partir de R$ 1,00. Essa contribuição paga o aluguel de R$200 da sede.
Um jornal que levará o nome da Associação está sendo projetado pelo presidente junto ao jornalista Jardel, que mora no lugar. As próximas eleições serão em Março de 2006 e o jornal ajudará a liderança comunitária levar a público as obras feitas durante sua gestão e a prestação de contas.
Falta pavimentação no lugar.

-Lixo

Para cobrir toda essa área o presidente nos disse que são apenas dois garis. “Eles trabalham direitinho, mas é muito pouco para toda a localidade. Eles têm de dar conta não só da rua principal, mas dos morros e travessas. É muito trabalho. Depois que acabaram com o Gari Comunitário, todas as comunidades ficaram com a limpeza um pouco prejudicada”. O problema já foi comunicado a prefeitura, mas até agora não receberam resposta.
Em frente ao bar Bebel, depois da garagem da Viação Araçatuba, o problema se agrava. Os galões colocados não dão conta de todo o lixo jogado e fica cercado por bolsas com detritos domésticos. Mas os moradores reconhecem que muitos não colaboram. Wagner, Tiago, Ana e Henrique dizem que é fácil observar carros passando e atirando sacos de lixo. O saco na maioria das vezes não acerta o galão, caindo na rua ou no rio que passa por trás. Resultado; detritos espalhados pelas ruas, proliferação acelerada de ratos e vários insetos.

Alguns moradores colaboram na limpeza da rua

-Pavimentação

Mais adiante a rua está intrafegável. Tem uma Kombi parada a 4 anos porque o dono não tem como tira-la dali. “Só se passa de bicicleta ou a pé. Carro não tem como. Se alguém passar mal, a ambulância não consegue chegar.” Desabafou o morador Antonio Carvalho.
Durante a construção do Condomínio Residencial Santa Rosa, na Rua Dr. Martins Torres n°606, a construtora iria ceder o barro retirado na obra e dar a mão de obra para manilhar a rua, o que diminuiria a erosão que a desgastou, mas segundo nos foi informado pelos moradores a prefeitura achou que a parte do material que lhe caberia iria ficar cara, não se interessando pela obra.
Dobrando a esquerda chegamos a rua Dr. Constantino Nami Kalil, onde os moradores se dispõem a melhorar a rua através de mutirões, mas não tem dinheiro para compra de material ou assistência de profissionais qualificados para orientá-los na pavimentação.

Na foto: Rua Dr. Constantino Nami
Kalil

- Água e esgoto

Nesse mesmo lugar, outro morador Antonio Luiz nos informou que água não chega com facilidade, cada morador tem de por sua bomba. Outro problema levantado é o esgoto do Condomínio Residencial Santa Rosa sendo lançado em um rio que passa na beira da rua. Isso somado ao mato alto no lugar atrai mosquitos, entre outros animais. Já houve relato até de cobra encontrada no lugar. “Tem tanto rato que eles já estão até brigando.” Mostrou Antonio de Carvalho.
Antes de fecharmos essa edição Valadares nos ligou passando a informação que através do vereador Professor Luciano, a quem ele se refere como alguém que sempre ajudou a associação, conseguiram cento e vinte metros de tubulação para esgoto de cento e cinqüenta milímetros para resolver o problema através de mutirões. Estivemos lá depois e as obras ainda não haviam começado, assim como os moradores ainda não sabiam da informação.



Na foto: Os moradores Antonio luiz e Antonio Carvalho
em frente ao condomínio Santa rosa.

domingo, 27 de janeiro de 2008

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA

A PARTIR DE AMANHÃ IREMOS APRESENTAR A REPORTAGEM SOBRE A AMANTA (ASSOCIAÇÃO DE MORADORES E AMIGOS DA MARTINS TORRES E ADJACÊNCIAS) E AS COMUNIDADES QUE A COMPÕE. ACOMPANHE DURANTE A SEMANA E ALMENTE SEU CONHECIMENTO SOBRE O QUE ACONTECE AO SEU LADO.