segunda-feira, 12 de maio de 2008

CAMPANHA DO LIVRO

VOCÊ AINDA TEM UMA CHANCE DE FAZER A DIFERENÇA.
PARTICIPE.
ATÉ O FINAL DE MAIO NO PÁTIO DA UNIPLI OU PELOS TELEFONES DO CARTAZ A CAMPANHA DO LIVRO ESTARÁ RECOLHENDO MATERIAL PARA MONTAR BIBLIOTECAS INFANTIS EM COMUNIDADES CARENTES DE NITERÓI.
UM PEQUENO ATO PODE MUDAR O FUTURO.
DIA 21/05 APOIO A CAMPANHA COM MUITO FORRÓ DO GRANDE E ÚNICO MINISTÉRIO DO BAIÃO. PRESENÇA CONFIRMADA DO MINISTRO DO BAIÃO ZÉ DE MOHURA E DO CIGANO DO FORRÓ.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

COMUNIDADE NORDESTINA

O MINISTÉRIO DO BAIÃO TEM DUAS NOTÍCIAS PARA DAR. UMA BOA E OUTRA MELHOR AINDA.

1) A APRESENTAÇÃO EM APOIO A CAMPANHA DO LIVRO FOI TRANSFERIDA PARA O DIA 21/05. VAI SER IMPERDIVEL. MAIORES DETALHES PELOS TELEFONES: 21991521 / 91030101.
2) A PÁGINA DA COMUNIDADE, DO IMPRESSO UNITERÓI,DESTACA ESSA IMPORTANTE ORGANIZAÇÃO DA COMUNIDADE NORDESTINA EM NITERÓI. EM BREVE POSTADA EM NOSSO BLOG.
FSB&LHPC

quinta-feira, 8 de maio de 2008

O poder da palavra

Por: Winter Bastos

Em "A Genealogia da Moral", Nietzsche afirma que a linguagem é "exteriorização da potência dos dominantes" e fundamenta esta idéia através da própria etimologia das palavras. Mesmo os conceitos de bem e bom teriam surgido de classes exploradoras que visavam caracterizar suas ações como positivas ("boas"). Segundo o filósofo, mau vem do latim malus (que deriva de melas, negro) e serviria para designar o homem plebeu de cor morena e cabelos pretos, do solo itálico. Em gaélico, a palavra fin, que significa "o bom", "o nobre", antigamente significava "o de cabelos louros" (celtas – dominantes – eram extremamente louros).

A linguagem seria o meio para dominadores imporem como positivo aquilo que eles têm de distintivo em relação aos demais. No livro "Poder e Domínio" (Rio de Janeiro: Ed. Achiamé, 2001), Fábio López López – baseando-se em Nietzsche – afirma que as classes exploradoras em todos os tempos criaram expressões e, através da linguagem, impuseram valores, transmitiram sua ideologia e consolidaram dominação.

Para driblar a opressão da palavra, é necessário desnudá-la: entender a gênese e o significado de provérbios e vocábulos; buscar definir os termos que utilizamos; conviver com a língua escrita, desenvolvendo hábitos de boa leitura. Só assim podemos escapar de dizer o que não queremos ou de aceitar o que é ruim para nós.

Muitos, porém, atuam no sentido de tornar a linguagem inebriante, nebulosa, enganadora, para, desta maneira, manter a população fascinada e ignorante. É o caso do chatíssimo jurista Rui Barbosa, do poeta parnasiano Olavo Bilac (com seus esteticismos vazios) e do prosador Coelho Neto (com intermináveis louvações aos poderosos).

Num caminho oposto, o libertário Lima Barreto (1881-1922) ironizava tanto os escritores "importantes" que usavam uma linguagem pomposa, quanto os leitores que se deixavam impressionar: "Quanto mais incompreensível é ela [a linguagem], mais admirado é o escritor que a escreve, por todos que não lhe entenderam o escrito" (BARRETO, Lima. "Os Bruzundangas". Rio de Janeiro: Editora Ática, 1998).

Em "Triste fim de Policarpo Quaresma", ao referir-se com ironia a um personagem pedante, lemos: "A sua sabedoria superior e seu título 'acadêmico' não podiam usar da mesma língua, dos mesmos modismos, da mesma sintaxe que esses poetastros e literatecos (...) O processo era simples: (...) invertia as orações, picava o período com vírgulas e substituía incomodar por molestar, ao redor por derredor, isto por esto, quão grande ou tão grande por quamanho, sarapintava tudo de ao invés, empós, e assim obtinha o seu estilo clássico que começava a causar admiração aos seus pares e ao público em geral".

Na escrita de outro autor revolucionário, Antônio Fraga (1916-1933), também há liberdade em relação a modelos pré-estabelecidos e maçantes. O mesmo se dá com o excelente contista João Antônio (1937-1996). Mas, antes de todos eles, esta escrita renovadora e comunicativa já tinha sido ensaiada por Manuel Antônio de Almeida (1831-1861) no divertidíssimo romance "Memórias de um Sargento de Milícias" que pode ser facilmente encontrado em bibliotecas e sebos da cidade.

Leiam bastante, amigos, só assim a gente não embarca nas falácias dos "sabichões".

quarta-feira, 7 de maio de 2008

EXPOSIÇÃO VIRTUAL

TEXTO E FOTOS POR: FABIO DA SILVA BARBOSA & LUIZ HENRIQUE PEIXOTO CALDAS

O ARTISTA CRISTIANO CORREA, JÁ CONHECIDO DOS NOSSOS LEITORES (ver matéria: comunidade e cultura), ESTÁ TRABALHANDO EM UMA NOVA OBRA. ORGANIZAMOS ESSA MOSTRA PARA QUEM AINDA NÃO CONHECE O TRABALHO DESSE GRANDE ESCULTOR.
SALVE CRIS.


MÁSCARA


HENDRIX
HOMEM COBRA

CRISTIANO, HENDRIX E O HOMEM COBRA NA EXPOSIÇÃO DA TOCA DO TATU.

Obra em andamento. A CARRANCA

PARA QUEM SE INTERESSA POR ARTE, ESSA É A OPORTUNIDADE. APRENDA COM O MELHOR. CRISTIANO CORREA ABRE TURMA COM NÚMERO LIMITADO DE ALUNOS PARA PASSAR SUA TÉCNICA ÚNICA AS NOVAS GERAÇÕES.









terça-feira, 6 de maio de 2008

O Q CHEGA NO ORKUT

Cleber:
O blog que te falei ontem
http://caradefuinha.blogspot.com/
Abração!!!




Winter:A Revolução Mexicana e Filme Viva Zapata
O Círculo de Estudos Libertários Ideal Peres e o Cine Arte Maracajá convidam:"A Revolução Mexicana" - Com Exibição do Filme "Viva Zapata!" seguida de debate.
Data: 10/05 - Sábado
Horário: 14h
Local: Centro de Cultura Social - RJ(CCS-RJ) / Rua Torres Homem 790 - Vila Isabel(pertinho do final da av. 28 de setembro e atrás da escola de samba Vila Isabel)
Como chegar: Pegar o ônibus integração do metrô para Vila Isabel na estação do metrô de São Francisco Xavier ou os ônibus 438, 433, 434, 638, 232, 268, ou qualquer um que passe na av. 28 de setembro.
Vindo de Niterói é só pegar o 703 (Vila Isabel).Favor Divulgar!!Abraços Libertários!-

- "Temos guardado um silêncio muito parecido com a estupidez"
(Eduardo Galeano retomando uma pichação anônima na Bolívia em 1808)

segunda-feira, 5 de maio de 2008


VC AINDA TEM TEMPO DE AJUDAR.
FAÇA SUA PARTE.

domingo, 4 de maio de 2008

COMUNIDADE PESQUEIRA



Em breve a Comunidade Pesqueira vai estar em uma edição impressa superespecial com todo espaço para botar a boca no trombone.

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