PROTESTO NO BAIRRO DE FÁTIMA
quarta-feira, 2 de julho de 2008
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PROTESTO NO BAIRRO DE FÁTIMA
terça-feira, 1 de julho de 2008
Resultado da Enquete
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RECOMENDAÇÕES:
Fotos: Retiradas da Internet
Graciliano Ramos, 1953
Livraria martins Editora, RJ
Publicação póstuma de Graciliano Ramos, no qual ele nos conta a vida no cárcere, à qual se submeteu em 1936, acusado de comunismo. O escritor narra a dureza dos porões da ditadura "Estadonovista", e a injusta prisão por falsa acusação, pois Graciliano se tornou realmente comunista em1945, isto é, nove anos após sua prisão. Seu envolvimento com prisioneiros comuns, e contos sobre seus crimes também fazem parte desta obra.Para ler II- Diretas já
Diretas já, 1984
Editora Record, RJ
Amigos leitores, se você conseguir ter acesso a este livro, vai entender o que era o humor negro dos anos 80. Henfil retrata o fim da ditadura com muito humor, trazendo aquela carga positiva pela qual o povo brasileiro passava com a possibilidade de um novo Brasil. Aqui vai uma palhinha de Henfil para vocês:

EPÍSTOLA AOS EMPRESÁRIOS- PÁG.67, 68
E aconteceu que, ouvindo o clamor de fome do povo, decidiu o Senhor voltar à terra brasileira. E viu duas barcas que estavam à borda da lagoa. E, entrando numa destas barcas, que era a de Delfim(ministro da economia na ditadura), rogou-lhe que se afastasse um pouco da terra. E, respondendo, Delfim disse-lhe: Mestre, esta barca não mais nos pertence, pois a maxidesvalorização transformou em sucata os barcos nacionais, tendo sido todos eles vendidos a preço de banana para as multinacionais, conforme previam as escrituras do FMI. O senhor ordenou então a Delfim: Faze-te ao largo a pé e lançai as vossas redes para pescar. E, respondendo Delfim disse-lhe: Mestre, mesmo trabalhando toda a noite, não apanharemos nada; as águas brasileiras estão envenenadas pela poluição industrial e pelos defensivos agrícolas. O Senhor disse-lhe: Homem de pouca fé, faça como te ordenei; lançai as vossas redes para pescar. E, respondendo, Delfim disse-lhe: Mestre, ainda que confie em Tua palavra, não poderemos lançar o que não temos; aplicamos todas as nossas redes no black, todas asa nossas varas no ORTNs, LTNs e CDBs, todas as nossa linhas em ouro e todos os nossos anzóis no open. O Senhor então tomou Delfim em suas mãos e lançou-o de isca no meio do lago. E, tendo feito isto, os brasileiros colheram tão grande quantidade de peixes que fizeram sinal aos companheiros uruguaios e argentinos para que viessem ajudar. E vieram e encheram tanto ambas as nações,que quase afundavam de tanto peixe, pão, leite, arroz, feijão...
AMÉM
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Sindicato dos Armadores de Pesca do Rio de Janeiro luta por infra-estrutura.
MAIS UM RETIRADO DO ESPECIAL COMUNIDADE PESQUEIRATexto e fotos por: Fabio da Silva Barbosa
& Luiz Henrique Peixoto Caldas
Na década de 90 isso acontecia na Praça XV, Rio de Janeiro. Com o passar do tempo o espaço não comportava mais toda a atividade que foi gerada e tomou a rua. Na época da ECO 92 a prefeitura extinguiu toda aquela estrutura sem arranjar, em contra partida, outro lugar para os pescadores. Com o tempo encontraram a 88, na Ilha da Conceição, onde fica o sindicato. O local tem esse nome por ter abrigado anteriormente à fábrica de sardinhas 88.
MESMO COM ESPAÇO REDUZIDO E COM DIVERSAS DIFICULDADES A ATIVIDADE É POSTA EM PRÁTICA REGULARMENTE NA ILHA DA CONCEIÇÃO.
A atividade pesqueira abrangeu toda a ilha, até acontecer o boom do petróleo e as empresas petrolíferas tiveram necessidade de ampliar seu espaço. Como a ilha é um espaço privado e a pesca não teve condições de competir com as empresas que chegaram, agora só abrange um pequeno sítio onde se localiza o sindicato e um insuficiente espaço para as embarcações. O proprietário, não querendo expulsar os pescadores, fez um acordo para desocupar 80% da ilha não deixando outra opção.
Nesse ínterim o sindicato começou a trabalhar tentando construir uma infra-estrutura para a pesca. Foi cobrada a parte governamental os meios para que a pesca pudesse se desenvolver. Um terminal marítimo conseguiria suprir praticamente todas as pendências. Nele se fariam o desembarque de mercadorias, suas vendas, o abastecimento dos barcos e o armazenamento dos peixes que não fossem vendidos de imediato.
O DESEMBARQUE DOS PEIXES É FEITO EM RITMO ACELERADO
“Quem tem uma companhia rodoviária precisa de um terminal para desembarcar seus passageiros, quem tem uma companhia aérea precisa de um aeroporto, então nós também precisamos de um terminal para descarregar nosso produto e o setor não tem condições financeiras comprar e construir um local adequado. Irá precisar de um investimento governamental. O presidente lula entendeu isso e resolveu que seria necessário um terminal de pesca no Rio de Janeiro.” Comemorou o representante da associação conhecido como Comandante Leme.
Hoje já se tem uma área na Ilha do Governador que foi destinada à secretaria de pesca para a construção de um terminal pesqueiro. A ideia inicial seria fazê-lo no Caju, aonde chegou a ser feito o orçamento da construção pelo ministro da pesca. Mas com a revitalização dos estaleiros, mais uma vez perderam espaço.
Uma conquista importante do sindicato foi o sistema de rádio que auxilia os pescadores passando informes sobre as condições climáticas e do mar. Outra função deste é o contato dos pescadores com seus familiares que estão em terra esperando por seu retorno.
Lideranças sindicais
O sindicato tem nomes de destaque, como é o caso de Flavio Leme, conhecido como Comandante Leme, por seu passado militar. Foi Secretário adjunto do Grupo Executivo do Setor Pesqueiro da marinha (GESP). Mesmo nessa época o cargo que ocupava já tinha como função fomentar a pesca.
FLAVIO LEME
Leme acompanhou os Três grandes momentos do meio. O primeiro quando o segmento estava sendo gerenciado pela Superintendência de Desenvolvimento da Pesca (SUDEPE). O segundo quando a SUDEP foi extinta e o Instituto de Meio Ambiente (IBAMA) ficou a frente. Nessa época, de acordo com Leme, foi priorizada a conservação, sem nenhum desenvolvimento significativo. O terceiro momento se deu no governo Fernando Henrique Cardoso, quando foi criado o GESP em Brasília. O grupo começou a idealizar projetos e políticas para levar à pesca aos cuidados de um órgão que pudesse dar maior atenção as mudanças que já se faziam necessárias. Em 1998 o grupo elaborou a transição do setor pesqueiro para o Departamento da Pesca e Agricultura que pertencia ao Ministério da Agricultura.
A solução ainda não era satisfatória, pois o departamento ficava dentro de um Ministério que não tinha base apropriada para promover o desenvolvimento desejado. Faltavam recursos financeiros e humanos.
Obcecado por ver os problemas da pesca sanados, em 2002 Leme veio para o Rio de Janeiro e começou a atuar no Sindicato dos Armadores de Pesca, pedindo políticas de desenvolvimento no setor. Era época de campanha e durante um evento, com direito a barqueata com a participação expressiva do setor, o então candidato a presidência da republica Luiz Inácio Lula da Silva, assumiu, assinando uma carta de compromisso, a responsabilidade de criar um órgão ministerial que promovesse a ascensão desejada. O compromisso foi cumprido com a criação da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (SEAP).
O GELO É ESSENCIAL PARA A CONSERVAÇÃO DOS PEIXES.
Hoje o sindicato tem cerca 130 embarcações dedicadas à pesca em grande escala filiadas. O que gera cerca de 1.500 empregos diretos e pelo menos o triplo de indiretos. O termo Pesca Industrial não é bem aceito dentro da instituição por causar certa confusão, já que no Brasil não existe barco indústria. “Nossa modalidade de pesca tem esse nome por ter grande produção. O nome mais correto seria Pesca Empresarial.” Explica Leme.
Como funciona um terminal?
Para se construir um terminal é essencial um acesso marítimo e uma retro área grande. E isso o atual terreno que lhes foi destinado na ilha do governador tem. O terreno pertencia a BR distribuidora sendo desapropriado pela União. A empresa foi devidamente ressarcida. No princípio de 2008 saiu o termo de posse. Algumas ocupações se instalaram no local e ainda tem de ser removidas. Só então o governo pode entrar e construir no local. Já existe uma verba de 50 milhões para isso.
ATUM SENDO DESEMBARCADO
A venda normalmente é feita para o setor atacadista. Esse é o carro chefe. Como a pesca está concentrada em Niterói houve vontade que esse terminal fosse aqui, mas os analistas concluíram que o maior mercado consumidor estava no Rio. Foi definido então que lá seria o melhor lugar. Quatro milhões de habitantes contra 400mil. Mas como fazer se os barcos e a mão de obra se concentram aqui? Decidiram-se então por fazer um pequeno terminal em Niterói, necessário para suprir nosso mercado.
O que os profissionais da pesca acham disso?
Conversamos com diversas pessoas que descarregavam peixes dos barcos no pequeno terminal feito no pátio do sindicato. Todos concordaram que um terminal pesqueiro adequado é uma necessidade que tem de ser vista com urgência. Mas isso seria apenas o início. Outras barreiras também têm de ser derrubadas. Atualmente contam com um número insuficiente de fábricas de gelo. O que faz com que tenham de fazer os pedidos com vários dias de antecedência. Fernando Augusto Alves, o popular Baú, exerce a função de descarregador e dispara “A pesca precisa ser mais valorizada. Não são só os pescadores que vivem dela, mas pessoas como eu. Só de descarregadores aqui você perde a conta.”

Mauricio, mestre do barco Skiper, reclamou que muitas vezes o preço do peixe vendido para as fábricas fica abaixo de suas despesas. “Em comparação com o preço do óleo, por exemplo, o quilo do peixe está saindo quase que de graça. É um serviço muito sacrificado. Ainda mais agora com essa proibição de tantas áreas antes abertas para a gente. Semana passada, levei uma multa de R$ 150.000,00 por estar trabalhando em uma área que não sabia ser proibida na Ilha Grande. Agente está trabalhando como se fosse contraventor. Tem ano que juntando todo o tempo que ficamos em casa dão dois meses. Tem ano de ficarmos um mês. Isso dividido em um ou dois dias por viagem.”
O barco comandado por Mauricio vende diretamente para a fábrica Coqueiro. Embora se sinta satisfeito por ter comprador fixo, afirma que o preço pago pela mercadoria é desigual, já que no Sul do país se consegue R$ 0,20 mais caro pela mesma. No total vendido esse valor se multiplica tornando-se uma quantia significativa. Os impostos foram indicados como outro vilão. Ele acredita que o governo poderia dar um maior incentivo a atividade, a começar pela diminuição desses impostos.
ARILDO
Arildo, Mestre de outro barco, concorda que a despesa é muito a alta, chegando a R$ 30.000,00 por saída. “Para suprirmos isso temos de trazer a partir de oito toneladas de peixe. Mas a pesca não tem dado para isso. Tenho trazido uma média de quatro a cinco e olha que meu barco da para 25 toneladas. O que adianta né? Sobra espaço no barco. Se ficarmos muito tempo no mar tentando pegar mais a pesca já feita fica ruim. Quer dizer, estamos tendo pouco tempo para ir a poucos lugares e trazer muito peixe. Um caso que não pode dar certo.”

GALERA DA PESCA
domingo, 29 de junho de 2008
Ídolos de Barro
Desmistificar algumas das personalidades bem vistas historicamente pela sociedade, pois estas tiveram seus nomes postos em praças, ruas e avenidas, sem ter porquê merecer, como forma de homenagem. Repetimos, ao longo de nossas vidas, seus nomes quando nos dirigimos a tais lugares. Nomes que deveriam cair no esquecimento, ou então serem identificados com pessoas da política atual, com o objetivo de esclarecer os caminhos da política brasileira, aonde ela pode vir a chegar, nas mãos dos pares. Ainda podemos dizer que esses homenageados foram colaboradores da desestabilização a longo prazo de nosso desenvolvimento econômico, lutaram diretamente ou ideologicamente contra os movimentos a favor da democracia e igualdade. Indivíduos que apoiaram a monarquia escravocrata, ou a república "parcialista" (defendendo interesses burgueses).
Floriano Peixoto- O "consolidador da República" ou "Marechal de Ferro" foi um dos nossos primeiros ditadores da República. Com a Revolta da Armada, no Rio de Janeiro (1893) e a Revolução Federalista, no Rio Grande do Sul (1895), as tropas florianistas foram instruídas militarmente ao fuzilamento de centenas de pessoas consideradas "inimigas da República". Quem tiver a oportunidade de ler o livro "Triste fim de Policarpo Quaresma", do grande escritor Lima Barreto (taí um bom nome para se homenagear), entenderá o clima da época.
Rodrigues Alves- Fez inicialmente o jogo duplo, pois foi presidente de província na monarquia, e depois foi ministro da fazenda de Floriano Peixoto, na república. modernizou o centro do Rio de Janeiro, expulsando de forma violenta os moradores carentes para os morros próximos, ou lugares longínquos. Foi o responsável, ao lado de Oswaldo Cruz, pela Revolta da Vacina, através da violenta imposição da vacina da varíola, à massa carioca desfavorecida.
Oswaldo Aranha- Um dos maiores "puxa-sacos" do imperialismo norte-americano. Fez diversos empréstimos com os E.U.A, consolidando nossa divída externa. Foi embaixador do Brasil em Washington, e amigo pessoal de Roosevelt. Quando ministro das relações exteriores, no Estado-Novo, incentivou o Brasil à participar da 2ª Guerra, afim de agradar os norteamericanos.
Washington Luís- Não precisamos ir muito longe com a definição deste elemento, apenas ressaltamos a sua ideologia burguesa e indiferente aos interesses do povo, quando lembramos a sua forma de encarar a questão social como um caso de polícia, isto é, qualquer greve trabalhista estava sujeita à repressão policial, e a prisão sumária de seus participantes.
Estes homens citados anteriormente não chegam a metade dos nomes homenageados de forma injusta. O fato parece corriqueiro, mas devemos inovar nosso olhar sobre a história, afim de definir em nossa memória, os personagens desta densa trama, que se chama política nacional. Isto contribuirá positivamente para a identificação dos políticos, aonde eles querem chegar com suas filosofias. As praças, ruas e avenidas não deveriam levar o nome de indivíduos que apoiaram (ou apoiam) a vontade do povo?
Em uma próxima oportunidade, estaremos novamente desmascarando os "coringas" da política.sexta-feira, 27 de junho de 2008
FABIO/LUIZ INFORMAM
- Todo Domingo é dia de futebol na comunidade da Beltrão em Santa Rosa, próximo a Rua Mário Viana na parte da manhã e a tarde o campeonato é na Viradouro, a partir de meio dia no mesmo bairro, um pouco mais a frente.
- Dia 12/07 A festa é na Martins Torres, perto da garagem da Viação Araçatuba, em Santa Rosa, marcando os trabalhos do Bloco Carnavalesco Um Dia Sai para o próximo desfile, com apresentação do curta feito pelo projeto Comunidade.
BLOCO UM DIA SAI ( ÚLTIMO DESFILE)
- No dia 13/07 a partir das 12:00hs Severino, o amigo das comunidades oferece uma feijoada dançante na rua Vereador Duque Estrada, número 50 em Santa Rosa, comemorando suas vitórias em vários anos de luta pelos menos favorecidos.
FAIXA POSTA POR SEVERINO EM FRENTE A CAMARA MUNICIPAL DE NITERÓI HOMENAGEANDO NOSSO TRABALHO.
VALEU SEVERINO
- No dia 29/06 o Ministro do Baião, Zé de Moura, comemorará um ano de café nordestino, regado a muita música, comidas típicas e o sensacional vinho de caju. Durante a execução do hino “Ovo de Codorna” o Ministro distribuirá a iguaria entre os participantes. O evento será no lugar de sempre. Esquina da Professor Otacílio com Duque Estrada, em Santa Rosa. Nós estaremos lá.

CIGANO DO FORRÓ E ZÉ MOURA NA PORTA DA CASA DO CIGANO. A VISTA É LINDA.
Notas DAS COMUNIDADES
- O vídeo “TV Comunitária de rua, uma boa alternativa” de Cleber Araújo documenta a história e o processo criativo da TV Tagarela, da Rocinha e conta com a trilha sonora da banda “Filhos da Nação” (http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/3456789/) , também da Rocinha. O curta é uma ótima opção para quem gostaria de conhecer o dia a dia de uma TV comunitária.
- A mídia independente continua driblando suas dificuldades. O Fazendo media começou uma campanha recolhendo assinaturas para não fechar sua sede e o grupo Tortura nunca mais é condenado a pagar uma indenização de sete mil reais a quatro policiais federais por danos morais. O problema teria acontecido por denuncia feita pelo grupo do caso do ambientalista e funcionário da Petrobrás Carlos Abel Dutra. Carlos teria sido preso, perseguido e torturado pela PF.
- A Campanha do Livro chegou ao fim contabilizando 300 doações entre livros, revistas e enciclopédias. O resultado da campanha foi entregue na Comunidade Alarico de Souza (Zulu), para seu representante, o Presidente Ricardo Monteiro. Para montar a biblioteca ainda falta a aquisição de estantes e bibliocantos.
- As obras no campinho da Alarico de Souza já começaram. Para o campeonato, que começa no fim do ano, os atletas já vão poder contar com uma estrutura mais organizada, como a utilização de vestiários.
- Ainda no zulu o destaque vai para a desenhista Luana dos Santos Rodrigues, 21 anos que faz reproduções de diversos desenhos e acredita que o mundo ainda pode ser um lugar melhor para se viver. Luana desenha dês da sua infância e gostaria que em sua comunidade tivessem mais atividades como uma escolinha de desenho.
- No Rio, desde março deste ano, começou a funcionar uma cooperativa de distribuição de livros libertários, a “Cooperativa Faísca – Distribuição/RJ”. A cooperativa, além de oferecer sustentação a integrantes do movimento social, ligados ao Movimento dos Trabalhadores Desempregados – Região Metropolitana/RJ (MTD), tem por objetivo a expansão do alcance dos materiais editados por duas editoras anarquistas atuais: a Editora Achiamé (RJ) e a Faísca Publicações Libertárias (SP).
Faísca Publicações: http://www.editorafaisca.net/
