quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

ABAIXO-ASSINADO

http://www.petitiononline.com/Imbuhy/petition.htmlhttp://defesadaaldeiaimbuhy.blogspot.com/

Os abaixo assinados, em acordo com à Associação dos Moradores da aldeia do Imbuhy (ASMAI), vêm solicitar aos órgãos públicos competentes a permanência da Comunidade tradicional da Aldeia do Imbuhy - Niterói/RJ ao seu lugar de origem visando a preservação da dignidade humana através do Decreto nº. 6.040/07 que regulamentou a proteção dos direitos e dos conhecimentos e saberes das populações tradicionais ou locais.
Esta mensagem foi enviada por Preservação Nit. Para ver o perfil de Preservação, clique aqui.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Amigos e Colaboradores da Aldeia Tekoa Mboy-Ty,

De:
"Tekoa MBoy-Ty (Aldeia Guarani de Niterói)"

Estaremos aguardando a todos amanhã, a partir das 16h, para a Assembléia da Comissão Indígena de Niterói - CIN na Sede do Conselho Comunitário da Orla da Baía.

· LOCAL : SEDE CCOB – RUA GAL. ANDRADE NEVES, 186
(ATRAS DO PLAZA SHOPPING) – TEL. 2609-3395/8894-8867

A sua presença é muito importante!

Abraços Fraternos,

Os Colaboradores da Aldeia Tekoa Mboy-Ty/ Cacique Darci Tupã

Apoio mútuo: Solidariedade à Aldeia Imbuhy

Por: Winter Bastos

A Aldeia Imbuhy é uma comunidade de pescadores fundada no século XIX entre os bairros de Piratininga e Jurujuba, em Niterói (RJ). A permanência da comunidade no local tem relevância ecológica, social e histórica: Ecológica porque a comunidade vive em perfeito entrosamento com o ambiente natural há mais de um século, ao contrário do tipo de empreendimento que forasteiros querem impor na região; importância social porque lá residem famílias que se tornariam sem-teto se expulsas do lugar; relevância histórica pelo fato de a comunidade fazer parte da memória do município e de lá ter sido bordada a primeira bandeira nacional do país (por Dona Flora Simões de Carvalho).
No final do século XIX, o exército pediu permissão aos moradores para ocupar a Ponta do Imbuhy. Os pescadores, gentilmente, deram a permissão e hoje estão sendo ameaçados de expulsão por esse mesmo exército que quer ceder a área para uma empresa estrangeira construir um hotel de luxo.
Não podemos nos calar diante dessa atrocidade que – para gerar lucro astronômico a uns poucos – ameaça o meio ecológico e a vida de dezenas de trabalhadores.
Em Niterói circula um abaixo-assinado pela permanência dos moradores e no Orkut há uma comunidade “Em defesa da Aldeia Imbuhy”. É importante mantermos vivo o apoio mútuo, nos solidarizando e até estando presentes para ajudarmos os pescadores na resistência a uma eventual tentativa de expulsão.


Apoio:

* O Berro (fanzine) - o.berro@hotmail.com

* INVERSO&AOCONTRÁRIO (blog) – inversoeaocontrario.blogspot.com

* Comunidade Editoria (projeto jornalísticoantropologosocial) –comunidadeeditoria.blogspot.com

* Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ) - www.farj.org

* Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD.RJ) - mtdrio.wordpress.com







terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Homenagem à Uruçumirim no dia de São Sebastião


.Renata:

Amanhã, 20 de janeiro, comemora-se a fundação da cidade do Rio de Janeiro e dia de São Sebastião, paradoxalmente, embora a história não conte, também é lembrado o dia do massacre dos índios Tupinambá em sua aldeia mãe "Uruçumirim", no Rio de Janeiro, onde também, paradoxalmente foi erguida a estátua de Estácio de Sá, o grande mentor do massacre.
Em desagravo à história retorcida, e em cerimônia aos também nossos antepassados, índios de diversas tribos se reunirão ao pé da estátua entre as 10 e 11 horas da manhã quando será realizada uma cerimônia.Pedem-se aos representantes das mais diversas etnias brasileiras que venham ao evento devidamente pintados, ornados e, se possível, com os seus arcos e flechas.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

CONHEÇA ESSAS COMUNIDADES DO ORKUT E USE ESSES ESPAÇOS COMO LOCAIS CONSTRUTIVOS DE DEBATES E TROCAS DE IDÉIAS.

Em defesa da Aldeia Imbuhy (174 membros)
A Aldeia Imbuy em Niterói no Rio de Janeiro é composta por caiçaras que estão no local a muitos anos, são anteriores a construção do Forte Imbuy e aos militares.A primeira bandeira da república foi bordada por uma antiga moradora. Querem despejar 32 famílias da Aldeia do Imbuhy.Na praia do Imbuhy, o Exército instalou um hotel aonde era a escola da comunidade. De águas limpas, a praia é privativa. Só a freqüentam militares e convidados.
http://defesadaaldeiaimbuhy.blogspot.com/

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=68053129





Sua Majestade o Baião (5 membros)
suamajestadeobaiao2.blogspot.com

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=68795621





Centro de Midia Independente (2.656 membros)
centro de midia independenteodeia a midia? seja a midia!





Marçal de souza TUPÃ i (18 membros)
Marçal De Souza O banguela dos lábios de mel. Marçal de Souza, TUPÃ i, por muitos chamado de Marçal Guarani nasceu no dia 24 de dezembro de 1920, foi brutalmente assassinado em 25 de novembro de 1983 no município de Antônio João-MS foi um líder guarani que grande parte da sua vida lutou em prol do seu povo.. Denunciando a exploração nas aldeias indígenas.Um pouco antes da sua morte ele teria dito:"sou uma pessoa marcada para morrer, mas por uma causa justa a gente morre...".
DOCUMENTARIO: Marçal de Souza Tupã i : Pequeno Deus, um grande ideal uma história esquecida.




Comunidade Editoria (49 membros)
Comunidade Editoria é o trabalho Jornalísticoantropologosocial realizado por Fabio da Silva Barbosa e Luiz Henrique Peixoto Caldas nas mais diversas comunidades existentes. Conheça mais sobre esse trabalho.

domingo, 18 de janeiro de 2009

From: Renata Bessa Date: 2009/1/17


Olá pessoal,

Dêem uma olhada na matéria que a Folha de São Paulo fez sobre a aula de língua e cultura Guarani ministrada pelo cacique Darci Tupã, na Aldeia de Camboinhas! Pena que alguns representantes do IEF, conforme depoimento relatado na reportagem, não conseguem enxergar o quanto é benéfico para a preservação da natureza local, a permanência dos Guarani na região. Os Guarani respeitam o solo, o mar, a lagoa, e toda a fauna e flora do local. Vivem em simbiose com a natureza! Isto é parte da vida e da tradição deste povo tão sábio!

Bjos,

Renatinha Bessa

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

JÁ DE VOLTA E JÁ NA LUTA


ATO PÚBLICO EM DEFESA DOS MORADORES DA ALDEIA IMBUHY

DATA: 18 DE JANEIRO (DOMINGO)

LOCAL: CAMPO DE SÃO BENTO - ICARAI (Entrada da Av. Roberto Silveira)

HORA: 10:00
O texto sobre a Aldeia Imbhuy (panfleto em anexo).

http://defesadaaldeiaimbuhy.blogspot.com/

Todo apoio à luta dos moradores da Aldeia Imbuhy!

Os moradores da Aldeia Imbuhy, situada nas proximidades da fortaleza militar que leva o mesmo nome, vivem em clima de guerra com o Exército desde 1995. O motivo? Uma ação de reintegração de posse impetrada na Justiça pelos militares, que desejam expulsar do local, famílias que lá vivem há décadas. Trata-se de uma comunidade tradicional que corre o risco de ser desalojada pelo Exército sob o pretexto de que sua presença no interior da área da fortaleza militar constituiria "ameaça à segurança nacional". Vale registrar que os militares realizam uma série de eventos no Forte: réveillon, happy hour, churrascos, rodeios e festas em geral. Tudo sempre com muita bebida alcoólica, é claro. É curioso observar como, na concepção do Exército brasileiro, a presença de milhares de pessoas estranhas no interior do Forte em eventos como esses não parece constituir ameaça à segurança nacional. Enquanto isso, 32 famílias que lá vivem há mais de um século, desde 1889, quando lá foi bordada a primeira bandeira do Brasil por uma moradora da comunidade, são vistas como um grande perigo que precisa ser eliminado "pelo bem da pátria".

Como se não bastasse a ação de reintegração de posse, a própria convivência dos aldeões com o Exército há muito tempo os expõe a muitas arbitrariedades e constrangimentos. Em conseqüência disso, das 800 famílias que originalmente habitavam o local, restam hoje apenas 32. Atualmente, a pesca, que durante décadas foi a atividade responsável pelo sustento de boa parte dos moradores, quase não é mais praticada. Isto porque os militares passaram a restringir o horário para a pesca, além de proibirem a entrada de caminhões pesqueiros no Forte. Também não faltam denúncias de omissão de socorro e abuso de autoridade por parte dos militares.
Agora, em função da reintegração de posse, os moradores da aldeia têm menos de 50 dias para deixar o local. Em um regime dito democrático, o Poder Executivo Federal tem poderes sobre o Exército. No entanto, o Governo Lula não toma nenhuma atitude em defesa dos moradores e, pelo contrário, se omite e se recusa a recebê-los. Tanto o Poder Executivo quanto o Poder Judiciário devem fazer justiça e se posicionar definitivamente pela permanência da comunidade.
Neste momento tão delicado, é importante que ofereçamos nosso apoio aos moradores da Aldeia Imbuhy, que estão prestes a serem desalojados do local que sempre preservaram e vivem há mais de um século.

- Entre na comunidade do orkut: Em defesa da Aldeia Imbuhy
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ARTE DE ALEXANDRE MENDES