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ASSUMA UM COMPROMISSO COM O SEU PLANETA
OUSE PENSAR UM MUNDO MELHOR
A Incubadora de Empreendimentos de Economia Solidária da Universidade Federal Fluminense – IEES-UFF, localizada no ICHF, Campus do Gragoatá, é um Programa de Extensão Universitária.
Voltada à geração de trabalho e renda e transmissão dos conhecimentos produzidos na universidade, tem como público alvo prioritário trabalhadores desempregados ou subempregados, moradores em áreas carentes de Niterói.
Em 2009, a IEES-UFF desenvolve os seguintes projetos:
O projeto “Bonde da Troca” organiza Feiras de Troca em Niterói. Ele busca conscientizar sobre outra forma de consumo possível e promover interação entre as pessoas, através da reutilização de objetos. A idéia é que pessoas levem para as Feiras objetos em boas condições e que não lhes interessem mais. Tudo pode ser trocado: objetos, serviços, saberes. O que importa é a satisfação de uma necessidade ou o prazer de ter algo que se quer, sem gastar nenhum dinheiro. Não perca! As próximas Feiras serão dias 1 e 2 de julho de 14:00 às 18:00, sempre na Praça Leoni Ramos, praça da Cantareira. As seguintes ocorrerão toda primeira quarta e quinta de cada mês.
Outro projeto, não menos importante, é o de “Reciclagem de Óleo de Cozinha”. Além de evitar males como a contaminação dos lençóis freáticos, todo óleo arrecadado será entregue à cooperativas autogestionárias, propiciando renda para seus associados através da reciclagem e confecção de produtos de limpeza. Além de fazer alunos, professores e funcionários da UFF agentes multiplicadores, o projeto também busca parceria com os bares e quiosques dentro e fora do Campus.
Para maiores informações sobre esses e outros projetos da Incubadora:
IEES-ICHF-UFF: Tel. 2629-2892 ou iees_uff@yahoo.com.br
Parceiros atuais: Projeto Vida no Campus
Fórum de Economia Solidária de Niterói
Cooperativa Eu Quero Liberdade
sexta-feira, 19 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Um pouco Sobre a Ocupação Manuel Congo :
Aline Naue
Num domingo desses, tive a oportunidade de conhecê-los. Trata-se de um agrupamento de 40 famílias que ocupou (obviamente em protesto pelo direito à moradia) um prédio que antigo do Rio de Janeiro. Mas o local agora se tornou deles de fato legalmente.
Tudo começou há uns dois anos apenas e, desde então, eles vêm conseguindo se organizar internamente de uma forma auto-gestionária bem interessante. Sempre houve assembléias uma vez por semana onde são resolvidos quaisquer desentendimentos ou pendências financeiras, ou trocas de idéias, etc.
Os afazeres são todos divididos e, perguntando a eles, nenhum me disse haver alguma sobrecarga para alguma pessoa e vantagens para outra. É incrível ver como eles conseguem se organizar e se entender naturalmente mesmo havendo gente de tantos estados diferentes e até de outros países (do México, do Haiti) com outras ideologias, de vários partidos e movimentos.
Percebe-se um único espírito neles, um só propósito, apesar das diferenças, um clima de solidariedade iminente pairando no ar... um tanto raro em outros lugares.
Mesmo em meio a alguns insucessos e desventuras, que dão uma desesperança bem realista a alguns, há a predominância de um “querer” melhorar o ambiente ali, mesmo tão ainda carente de infra-estruturas, instalações gerais.
Notei que falavam praticamente só de seus sucessos passados e do que está por vir... Algo dito por exemplo, foi o impacto que conseguiram causar com um ato em Novembro passado, contra mais uma revitalização que, simplesmente “varreu” os que habitavam na região. Muitos dos “varridos”, cerca de 30% aproximadamente, nem eram indenizados e, o mais chocante é que essas obras sejam feitas sempre com decisões de cima para baixo, isto é, só pelas autoridades, e o povo... que CÁLICE como sempre !!!
Num domingo desses, tive a oportunidade de conhecê-los. Trata-se de um agrupamento de 40 famílias que ocupou (obviamente em protesto pelo direito à moradia) um prédio que antigo do Rio de Janeiro. Mas o local agora se tornou deles de fato legalmente.
Tudo começou há uns dois anos apenas e, desde então, eles vêm conseguindo se organizar internamente de uma forma auto-gestionária bem interessante. Sempre houve assembléias uma vez por semana onde são resolvidos quaisquer desentendimentos ou pendências financeiras, ou trocas de idéias, etc.
Os afazeres são todos divididos e, perguntando a eles, nenhum me disse haver alguma sobrecarga para alguma pessoa e vantagens para outra. É incrível ver como eles conseguem se organizar e se entender naturalmente mesmo havendo gente de tantos estados diferentes e até de outros países (do México, do Haiti) com outras ideologias, de vários partidos e movimentos.
Percebe-se um único espírito neles, um só propósito, apesar das diferenças, um clima de solidariedade iminente pairando no ar... um tanto raro em outros lugares.
Mesmo em meio a alguns insucessos e desventuras, que dão uma desesperança bem realista a alguns, há a predominância de um “querer” melhorar o ambiente ali, mesmo tão ainda carente de infra-estruturas, instalações gerais.
Notei que falavam praticamente só de seus sucessos passados e do que está por vir... Algo dito por exemplo, foi o impacto que conseguiram causar com um ato em Novembro passado, contra mais uma revitalização que, simplesmente “varreu” os que habitavam na região. Muitos dos “varridos”, cerca de 30% aproximadamente, nem eram indenizados e, o mais chocante é que essas obras sejam feitas sempre com decisões de cima para baixo, isto é, só pelas autoridades, e o povo... que CÁLICE como sempre !!!
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Seja solidário!
RETIRADO DO:
É comum que escutemos, em diversas campanhas, frases como “seja solidário” ou “o país precisa da sua colaboração” como forma de atrair a ajuda da população para os mais necessitados. E geralmente se consegue muita ajuda para esses eventos, pois, como se diz, os brasileiros são muito solidários. No entanto, em casos mais próximos, esses mesmos brasileiros não costumam fazer nada.
Casos como as enchentes de Santa Catarina foram rapidamente acolhidos pela boa vontade do povo, com ajudas em alimentos, roupas e móveis. No entanto vale notar que se não houvesse ocorrido tão grande alarde pelas mídias mais acessadas, como a televisão e os jornais, isso acabaria por ser esquecido por todos.
Muitas vezes uma pessoa mais necessitada aborda aquele indivíduo que fez doações para os catarinenses, e este, por sua vez, o evita, ao invés de escutar o que ele tem a dizer. Além disso, moradores de rua são ignorados, pessoas atravessam a pista para evitar abordagem, entre muitos outros. Nesses momentos para onde vai a boa vontade que têm essas pessoas?
O povo brasileiro é facilmente manipulável, é como um cão treinado a fazer algo em base de palavras-chaves. Mesmo vendo que algo está acontecendo, espera imóvel até que seja dada a ordem : “SEJA SOLIDÁRIO”. No entanto, isso não pode ser considerado solidariedade, e sim indução. A população deve trabalhar melhor seus conceitos, e não ajudar apenas aqueles a quem a mídia julga necessário e válido citar.

Texto por: Vinícius Fucks (participante do coletivo REGRAF)
É comum que escutemos, em diversas campanhas, frases como “seja solidário” ou “o país precisa da sua colaboração” como forma de atrair a ajuda da população para os mais necessitados. E geralmente se consegue muita ajuda para esses eventos, pois, como se diz, os brasileiros são muito solidários. No entanto, em casos mais próximos, esses mesmos brasileiros não costumam fazer nada.
Casos como as enchentes de Santa Catarina foram rapidamente acolhidos pela boa vontade do povo, com ajudas em alimentos, roupas e móveis. No entanto vale notar que se não houvesse ocorrido tão grande alarde pelas mídias mais acessadas, como a televisão e os jornais, isso acabaria por ser esquecido por todos.
Muitas vezes uma pessoa mais necessitada aborda aquele indivíduo que fez doações para os catarinenses, e este, por sua vez, o evita, ao invés de escutar o que ele tem a dizer. Além disso, moradores de rua são ignorados, pessoas atravessam a pista para evitar abordagem, entre muitos outros. Nesses momentos para onde vai a boa vontade que têm essas pessoas?
O povo brasileiro é facilmente manipulável, é como um cão treinado a fazer algo em base de palavras-chaves. Mesmo vendo que algo está acontecendo, espera imóvel até que seja dada a ordem : “SEJA SOLIDÁRIO”. No entanto, isso não pode ser considerado solidariedade, e sim indução. A população deve trabalhar melhor seus conceitos, e não ajudar apenas aqueles a quem a mídia julga necessário e válido citar.
Não devemos esquecer quem está próximo de nós.
domingo, 14 de junho de 2009
O LANÇAMENTO JÁ ESTÁ CHEGANDO
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O DIA DO LANÇAMENTO JÁ ESTÁCHEGANDO GALERA.
O TABLÓIDE IMPRESSO COMUNIDADE EDITORIA N°1 SERÁ LANÇADO 1° DE JULHO.
ENTRE EM CONTATO E VEJA COMO PARTICIPAR DESTA LUTA PELA COMUNICAÇÃO LIVRE E PELAS COMUNIDADES.
comunidadeeditoria@yahoo.com.br
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O DIA DO LANÇAMENTO JÁ ESTÁCHEGANDO GALERA.
O TABLÓIDE IMPRESSO COMUNIDADE EDITORIA N°1 SERÁ LANÇADO 1° DE JULHO.
ENTRE EM CONTATO E VEJA COMO PARTICIPAR DESTA LUTA PELA COMUNICAÇÃO LIVRE E PELAS COMUNIDADES.
comunidadeeditoria@yahoo.com.br
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sexta-feira, 12 de junho de 2009
HOJE ESTOU EM CLIMA DE CINEMA
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ED TV
POR FABIO DA SILVA BARBOSA
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O filme retrata a difícil situação de Ed ao se envolver em um reality show, que mostraria seu cotidiano, sem lhe dar direito ao mínimo de privacidade (exceto na hora de ir ao banheiro).
Um dos momentos mais significativos, foi no programa de entrevistas em que um participante diz que antigamente a pessoa ficava famosa pelo que fazia, enquanto hoje, fica famosa simplesmente por se expor. Mostrando a completa banalização e sucateamento intelectual a que os telespectadores estão expostos. Apreciar a vida alheia se torna mais interessante que viver. As pessoas deixam de viver suas próprias vidas para estar em frente a tv observando a vida de completos desconhecidos.
Outro fato de grande importância é a falta de naturalidade das pessoas quando estão diante das câmeras. Ninguém é completamente natural na tv. As situações forçadas, para aumentar a audiência, também tem seu destaque.
Para conseguir sua vida e individualidade de volta, ele tem de inverter o jogo e expor a equipe do programa (verdadeiros mercenários).
Um dos momentos mais significativos, foi no programa de entrevistas em que um participante diz que antigamente a pessoa ficava famosa pelo que fazia, enquanto hoje, fica famosa simplesmente por se expor. Mostrando a completa banalização e sucateamento intelectual a que os telespectadores estão expostos. Apreciar a vida alheia se torna mais interessante que viver. As pessoas deixam de viver suas próprias vidas para estar em frente a tv observando a vida de completos desconhecidos.
Outro fato de grande importância é a falta de naturalidade das pessoas quando estão diante das câmeras. Ninguém é completamente natural na tv. As situações forçadas, para aumentar a audiência, também tem seu destaque.
Para conseguir sua vida e individualidade de volta, ele tem de inverter o jogo e expor a equipe do programa (verdadeiros mercenários).
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