domingo, 28 de junho de 2009

ESQUENTANDO OS TAMBORINS


GRES Balanço do Fonseca
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convida você, nosso amigo,

a comparecer no dia 12/07/09

na trav santo cristo n°5

a parti das 14h

para o 1°ensaio de bateria e convidados,

com o grupo Novo Astral

e muito mais

esperamos vc...

sábado, 27 de junho de 2009

CALDO VERDE VEGANO


data:
11/07/09
hora:
16:00
onde:
CINEMA NOSSO - RUA DO REZENDE, 80

detalhes:
VAMOS DIVULGAR!!!
CALDO VERDE VEGANO NO CINEMA NOSSO
CALDO VERDE VEGANO NO CINEMA NOSSO - EVENTO GRATUITO
DATA: 11/07 A PARTIR DE 16 H
LOCAL: CINEMA NOSSO - RUA DO REZENDE, 80 - LAPA
PROGRAMAÇÃO:
EXIBIÇÃO DOS FILMES: O GATO COMO ELE É + AMOR PRA CACHORRO
E MUITO CALDO VERDE VEGANO PARA AQUECER TODO MUNDO!
VAMOS AQUECER AS NOITES GELADAS DOS ANIMAIS CONFINADOS NO CCZ-RIO? SUGESTÃO DE DOAÇÃO: BACIA, TOALHA OU COBERTOR VELHO.
SORTEIO DE MOLETONS ATIVEG + RIFAS DE LIVROS COM TEMÁTICA VEGANA
ORGANIZAÇÃO: CINEMA NOSSO
APOIO: ATIVEG, FBAV, GENTILEZA VEGANA, SOS FELINOS, VEGETARIANDO, E ATIVISTAS INDEPENDENTES

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Informativo Elementos:

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Nesse sábado, 27 de junho, tem mais uma Edição da *Festa Colex, dessa vez com as apresentações de Tio Fresh (SP Funk) e Sombra. O MC da festa será Max B.O, continuando o bom trabalho da edição anterior, e o DJ residente é o Suissac (Mzuri Sana).Tio Fresh e Sombra estão desenvolvendo trabalhos em carreira solo, o primeiro prepara o lançamento do seu primeiro disco e Sombra está fazendo os shows do primeiro trabalho que já está nas ruas, o CD "Sem Sombra de Dúvidas". No mesmo dia será lançada e comercializada a camiseta oficial desses artistas.

Shows: Tio Fresh e Sombra



Local: Hole Club - Rua Augusta, 2203 - Jardins

Apresentação: MC Max B.O. DJ: Suissac (Mzuri Sana)

Data: 27 de junho de sábado

Horário: 23h

Entrada: Mulheres vip até 00:30 após R$ 10,00

Homens R$ 12,00 com nome na lista ou flyer ou R$ 15,00 sem nome ou flyer

quinta-feira, 25 de junho de 2009

quarta-feira, 24 de junho de 2009

INFORMATIVO DO GRUPO TORTURA NUNCA MAIS

Mais um Capítulo na Produção do Esquecimento

No último dia 03 de junho, o Ministro da Defesa, Sr. Nelson Jobim, convocou alguns poucos familiares de mortos e desaparecidos políticos e membros da Comissão Especial da Lei 9140/95 para uma reunião, na sede do Ministério da Defesa, em Brasília.

O objetivo desse encontro era informar aos presentes da edição da Portaria nº 567, de 29/04/2009, designando um Grupo de Trabalho com a finalidade de coordenar “as atividades necessárias para a localização , recolhimento e identificação dos corpos dos guerrilheiros e militares mortos no episódio conhecido como Guerrilha do Araguaia”

A coordenação dos trabalhos desse grupo seria entregue ao General Brandão, chefe do Serviço de Informação do Exército brasileiro, também presente à reunião, o que a nosso ver foi uma tentativa perversa de constrangimento aos familiares presentes.

A edição da referida portaria não só atropela as atribuições da Comissão Especial da Lei 9.140/95 - que tem competência legal para coordenar os trabalhos de localização e identificação dos corpos dos militantes políticos - como entrega a coordenação a um militar que, em entrevista ao jornal “O Norte de Minas”, publicada em 31 de março de 2009, declarou “(...) há exatos 44 anos o Exército brasileiro atendendo a um clamor popular foi às ruas contribuindo substancialmente e de maneira positiva, impedindo que o Brasil se tornasse um país comunista”

Não reconhecemos a legitimidade deste Grupo de Trabalho, de caráter militar, executada e comandada pela 23º Brigada de Infantaria de Selva, que teve importante papel no massacre à Guerrilha do Araguaia e foi co-responsável pelas torturas, execuções, mortes e ocultação de cadáveres dos guerrilheiros.

Entendemos que o papel das Forças Armadas nesse processo é o de fornecer as informações que estão nos seus arquivos e que já deveriam ser do conhecimento de todos os brasileiros.

É importante frisar que a formação desse malfadado grupo de trabalho, assim como as publicações de parte do arquivo considerado como pessoal do militar Sebastião Curió Rodrigues de Moura, Major Curió – um dos repressores à Guerrilha do Araguaia -, veiculadas no Jornal Estado de São Paulo, em 21 e 22/06/09, não podem ser vistas como uma coincidência. O governo brasileiro está sendo, no momento, obrigado a responder sobre as circunstâncias das mortes e desaparecimentos, como a localização dos corpos dos desaparecidos na Guerrilha do Araguaia tanto pela justiça nacional como internacional. Há, inclusive, uma representação junto à Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA sobre o assunto.

Por tudo isto:
• Defendemos que todas as iniciativas de localização, recolhimento e identificação dos corpos dos guerrilheiros mortos e desaparecidos sejam conduzidas pela Comissão Especial, constituída e funcionando sob o escopo da Lei nº 9.140 de 1995.

• Exigimos das Forças Armadas a abertura de todos os arquivos com as informações guardadas pelos militares que sirvam de subsídios aos trabalhos dirigidos pela Comissão Especial - Lei 9.140/1995, à qual se deveria agregar equipes qualificadas de Arqueologia Forense e de suporte para todas as investigações necessárias.

• Exigimos, portanto, o fiel cumprimento de sentença exarada pela juíza Solange Salgado, em 30 de junho de 2003 que indica ao governo brasileiro abertura de todos os arquivos das Forças Armadas e a intimação dos militares envolvidos para prestarem depoimento.

Pela Vida, Pela Paz, Tortura Nunca Mais!
Rio de Janeiro, 23 de junho de 2009
Grupo Tortura Nunca Mais/RJ

terça-feira, 23 de junho de 2009

segunda-feira, 22 de junho de 2009

APOIO A COMUNIDADE INDÍGENA

A par da luta contra a criminalização do movimento indígena no nordeste, pelo estado e pela mídia da classe dominante, a IX Assembléia do Povo Xukuru do Ororubá de Pernambuco discutiu o lugar do pensamento e da pratica anticapitalista nesse movimento. A simples defesa do usufruto coletivo da terra vai na contramão da organização dos territórios em uma sociedade capitalista, baseada na propriedade privada. A reforma agrária de inspiração capitalista promove a divisão das terras em pequenas propriedades que entrem no circuito de produção, de concorrência e de posterior reconcentração por via do jogo natural da concorrência entre capitais. Nesta entrevista, o cacique Marquinhos, do povo Xukuru, desenvolve os temas da Assembléia, na linguagem e nos termos práticos em que ali foram discutidos. Passa Palavra, na base do texto referenciado aqui em baixo.
entre no link e ouça a entrevista - http://passapalavra.info/?p=6401