terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Para as comunidades de Minas - Contatos: FAVELA É ISSO AÍ


BOLETIM ELETRÔNICO FAVELA É ISSO AÍ – N° 77 - 01/12/2008
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audiovisual Favela é Isso promove oficinas no interior do estado A ONG Favela é Isso Aí oferece, através do Projeto Imagens da Cultura Popular, oficinas de vídeo–documentário e animação, na cidade de Santana dos Montes, a 120 km de Belo Horizonte e próximo a Conselheiro Lafaiete. As atividades começam nesta segunda e terminam no dia 10. O projeto é realizado via Lei Estadual de Incentivo à Cultura e patrocinado pela VIVO. O foco é o patrimônio cultural e histórico da cidade. As oficinas são realizadas em parceria com o Museu de Santana dos Montes, que é financiado com recursos do IPHAN/ MINC.
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Festa de inauguração de centros culturais na capital
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Três centros culturais serão inaugurados, neste final de semana, em Belo Horizonte. Os três novos espaços de cultura, que ficam nos bairros Padre Eustáquio, Salgado Filho e Jardim Guanabara, foram demandas dos moradores, via Orçamento Participativo. O Centro Cultural Padre Eustáquio, assim como o Centro Cultural do Jardim Guanabara, conta com biblioteca, salas para oficinas de artes plásticas, artes cênicas e praça com palco. O Centro Cultural Salgado Filho, além de biblioteca, tem sala de processamento técnico, espaço para o público infantil, adulto e inclusão digital, auditório multiuso com camarim, salas para oficinas de artes plásticas, hall de exposições e uma praça de eventos. Inaugurações Os centros culturais Padre Eustáquio e Jardim Guanabara serão inaugurados no sábado (06) a partir das nove horas da manhã. Já a inauguração do Centro Cultural Salgado Filho acontece no domingo (07) também a partir das nove da manha. A programação cultural dos eventos conta com corais, circo, bandas de música de diversos estilos, roda de capoeira e apresentação de dança de rua.
Endereços
O Centro Cultural Padre Eustáquio fica na Rua Jacutinga, na antiga Feira Coberta.
O Centro Cultural Salgado Filho fica na Rua Nova Ponte, 22.
E o Centro Cultural Jardim Guanabara fica na Rua João Alves Cabral, 277, no Floramar.
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Festa BC One tem edição especial em BH
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– participação do DJ Francis, do NUCA festa BC One - Edição Especial BH será realizada neste sábado (06). No repertório dos DJ,s Francis do N.U.C, Kaio Santana e Vall com muita música eletrônica e black music. A festa acontece a partir das dez horas da noite na Saga Seasons que fica na rua da Bahia, 1313, no Lourdes. Mais informações pelos telefones 3226-4795 ou 9504-7452.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Nosso TCC

Por: Fabio da SilvaBarbosa
e Luiz Henrique Peixoto Caldas
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Depois de muita luta, conseguimos, enfim, lançar em formato tablóide impresso, o Especial Comunidade Pesqueira. Esse foi o nosso TCC (trabalho de conclusão de curso). As matérias desse jornal vocês puderam acompanhar nesse blog, até com mais detalhes, já que esse é um espaço virtual e não tem limitesespaciais. Agora iremos por em exposição nosso relatório desse trabalho, que foi apresentado a banca e agraciado com nota 10. Espero que seja útil a quem se interessar. Gostaríamos de lembrar apenas que se tratade um trabalho prático, sendo o relatório um guia para analizar o jornal apresentado.
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CENTRO UNIVERSITÁRIO PLÍNIO LEITE


Trabalho de Conclusão de Curso
Comunidade Editoria



COMUNICAÇÃO SOCIAL

HABILITAÇÃO:
Jornalismo

Novembro de 2008

Alunos responsáveis – Fabio da Silva Barbosa..
Luiz Henrique P. Caldas
Professor Orientador – Marco Antonio Bonetti.


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Introdução
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Em agosto de 2007, os alunos do curso de Comunicação Social do UNIPLI lançaram um jornal mensal chamado UNITERÓI, totalmente produzido a partir do trabalho interdisciplinar de diversos professores focados no sexto período de jornalismo. Até outubro deste ano, o projeto já somou 15 edições, que tratam de diversos assuntos relacionados com a cidade, mas, desde o lançamento do veículo, os dois autores do presente Trabalho de Conclusão de Curso, enxergaram a possibilidade de aproveitar o espaço para por em prática uma idéia que vinham amadurecendo há algum tempo, de produzir um espaço voltado às comunidades carentes do município de Niterói e de lá para cá produziram 15 páginas tratando das comunidades do Preventório, Cavalão, Zulu, Beltrão, Grota, Morro do Céu, Martins Torres, Paulada, Barreira, Sítio da Aldeia, Morro da Penha, Portugal Pequeno, Morro de Charitas, Comunidade Nordestina em Niterói, Morro Boa Vista, Viradouro, Comunidade Pesqueira de Itaipu, Morro da Peça, Aldeia Imbuhy, Comunidade de Rua e uma sobre a influencia da música nas comunidades, focando o Funk como ritmo mais influente atualmente no meio.
Tratam-se de regiões carentes, caracterizadas pelo abandono e a falta de políticas públicas que causem um impacto suficientemente significativo, no sentido de trazer mudanças na vida dessa população. Apesar de toda dificuldade, essas pessoas resistem através de muito trabalho e projetos, por vezes idealizados e executados por elas mesmas. Um exemplo disso é Lúcio Flávio, o popular Mamona. Morador da comunidade Alarico de Souza, conhecida como Zulu, após um dia de trabalho duro, dá aula de futebol para as crianças da comunidade.
Os textos tratam dos problemas sociais. A falta de água, esgoto a céu aberto, falta de segurança entre outros problemas comuns às localidades carentes apareciam no decorrer do trabalho. Mas também eram feitas entrevistas com as lideranças comunitárias e moradores no sentido de fortalecer as alianças locais assim como os processos de organização social e de cobrança frente aos órgãos públicos.
O sistema de distribuição do jornal foi se ampliando e atualmente atinge perto de 30 bancas de jornal no município de Niterói, especialmente nos bairros de Icaraí, Centro e Santa Rosa. Mas a cada edição, os dois alunos colocavam à disposição das comunidades participantes da edição certo número de jornais que circulava gratuitamente por ali, para que a população local pudesse ver sua realidade e suas demandas sociais impressas no informativo, que era aguardado com grande ansiedade. O informativo também tinha grande valor como cartão de visitas, já que era através dele que muitas vezes nos apresentávamos nas comunidades que sairiam nas próximas edições.
Em novembro de 2007, houve uma reunião na Câmara Municipal para tentar estabelecer as bases de criação de um Conselho Municipal de Comunicação Comunitária em Niterói, na qual os responsáveis pela página Comunidade, convidados e apresentados pelo Coordenador do Curso de Comunicação Social da UNIPLI e Editor Chefe do jornal UNITERÓI, Marco Bonetti, fizeram uma apresentação de slides e uma entrevista ao vivo com o Presidente da Associação de Moradores da Alarico de Souza (Zulu), Ricardo Monteiro. Era mais um avanço no sentido de fortalecer o movimento Comunidade, que já deixava de se restringir à página do jornal para se tornar algo maior, um espírito de participação social, sempre contando com apoio dos produtores do presente projeto, que realizaram uma apresentação do Ministério do Baião no pátio do Centro Universitário Plínio Leite, produziram camisas com a logo Comunidade, um blog na internet, Orkut e comunidade do Orkut e a arrecadação de trezentos livros, material para estantes e mão de obra para a implantação de uma biblioteca comunitária no Zulu (ainda em fase de implantação).
Numa outra frente de atuação, os dois autores do projeto visitaram comunidades em diversas oportunidades para produzir também material videográfico que foi apresentado em reportagens incluídas no telejornal do curso de Comunicação, na UNITERÓI TV e se inscreveram em festivais de curtas (ainda aguardando respostas quanto a participação. Atualmente contam com dois vídeos finalizados ( Campeonato de Futebol Alarico de Souza 2007/2008 e GRBC Um Dia Sai) e mais seis em fase de produção ( Problemas no Boa Vista, DJ @lpiste e o Funk do Bem, O ministério do Baião, Batizado da Escola de Samba da Grota, O Lixão e o Morro do Céu e o Dossiê, que mostrará a situação geral vivida pelas comunidades da cidade)
Por fim, para efeitos do Trabalho de Conclusão de Curso, o grupo formalizou junto à coordenação do curso de Comunicação sua intenção em desenvolver um jornal exclusivo para as comunidades, em formato Tablóide de 8 páginas, que se tornou o projeto específico a ser desenvolvido neste período e que é o objeto desta apresentação, e cujas fases de desenvolvimento assim como a reflexão a respeito de sua produção serão apresentadas a seguir.
Após a realização do trabalho chegamos às conclusões apresentadas no final do presente relatório.
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Justificativa
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Após o tempo decorrido no curso optamos por realizar um projeto que perpassasse por todas as disciplinas apreendidas. Um jornal foi a melhor opção encontrada por dialogar desde a fotografia à língua portuguesa. Abrangendo os conhecimentos de imagem, diagramação, interpretação, ética, entre outros.
Como o trabalho, desenvolvido durante o curso, que mais nos manteve em conexão com a realidade da profissão de jornalista, foi o relacionado às comunidades, resolvemos continuar nesse caminho que tanto nos enriqueceu e criou a oportunidade de transpor o conhecimento acadêmico dos muros da faculdade. Um trabalho que nos levou a usufruir da prática no dia a dia de um jornalista, nos impondo as condições mais adversas possíveis e inimagináveis.
Dando-nos o conhecimento de como adquirir e manter a fonte, como se apresentar em determinados locais que muitos profissionais da área nos informaram ser impossível entrar. O próprio repórter que trabalhava na época para a Prefeitura de Niterói (não pretendemos revelar aqui, por razões éticas, seu nome ou setor em que trabalhava) nos relatou sua experiência traumática no Morro do Céu, onde temos livre acesso até os dias atuais e realizamos tanto o trabalho para o impresso, quanto em vídeo.
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Metodologia
Para o desenvolvimento da atual pesquisa, foi adotado o seguinte cronograma:
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Julho – Levantamento de dados. Visita às comunidades e realização das entrevistas.
Agosto – Organização do material.
Setembro - Reuniões para decidir formato do jornal. Aulas de Page-maker para poder diagramar o projeto.
Outubro – Formatação e diagramação do jornal (1° 2° e versão).
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Resultados da pesquisa:
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Há diversos resultados importantes em relação ao desenvolvimento do projeto de Conclusão de Curso sobre o jornal Especial Comunidade. O presente relatório apresenta os dois principais do ponto de vista dos participantes do projeto.
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1 – A questão do tema

Por que um especial sobre um único assunto para lançar um jornal?

O número zero de qualquer publicação tem como patente o caráter experimental. É quando se define o que persiste e o que muda. O público alvo do Jornal são as comunidades carentes da cidade de Niterói. Em todas essas comunidades pôde-se observar, através da experiência empírica que tivemos desde o lançamento do jornal Uniterói, o grande número de pessoas que se lançam a atividade pesqueira. Alguns por



esporte, outros por lazer e principalmente nas mais próximas do mar, como profissão. Então é um assunto bastante abrangente e de interesse de várias localidades.
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2 – a necessidade de aperfeiçoar o produto antes de seu lançamento.
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O que foi mudado da primeira versão do jornal para a segunda.
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O primeiro jornal foi formatado com corpo 9 nas matérias e com bastante informação escrita. Já no segundo foi usado o corpo 11 e deu maior destaque as fotos. A intenção da mudança foi dar maior facilidade ao público alvo, que são pessoas de comunidades carentes, que teoricamente, em sua maioria, não tem o hábito da leitura.
A vantagem obtida na mudança da primeira versão para a segunda foi o objetivo descrito acima ter sido alcançado. Realmente o jornal ficou mais leve e fácil de ler. Teoricamente o problema foi resolvido, mas como sempre a prática se contrapõe a teoria e novas questões saltam como pipoca em panela quente.
O aumento das letras ocasionou a supressão compulsiva de dados das respectivas matérias. Inclusive as entrevistas tiveram que ser editadas, retirando algumas perguntas e respostas ou algumas vezes fundindo respostas que se complementavam. Se o problema fosse apenas este estaria tudo resolvido. Afinal um jornal tablóide não possui o espaço virtual que um blog ou um site possibilita ao jornalista. Ele tem de se pretender ao essencial. Mas o já citado pragmatismo nos deu a oportunidade de observar que as pessoas não têm o hábito de ler porque normalmente as notícias impressas na mídia convencional se distanciam da realidade das comunidades carentes, mesmo quando são fatos que tem conexão direta com a vida das pessoas.
Sempre tivemos o habito de levar o Uniterói até as comunidades em que fizemos o trabalho jornalístico para a página Comunidade, que agora se apresenta em forma de jornal. Nessa atividade podíamos sempre apreciar a atenção com que os moradores locais ficavam absortos na leitura. Independente da idade alguns chegam a ler a notícia por duas vezes seguidas tecendo comentários pertinentes ao escrito cada vez que terminava uma das leituras. Essa página sempre foi escrita no padrão da primeira versão do jornal, o que demonstra na prática que não é o tipo de letra ou diagramação e sim o que está escrito e em que linguagem está escrito que importa. O que nos levou a ajustar o segundo formato a um meio termo.
Nossa linguagem é a linguagem do dia a dia e procuramos nos manter fies ao que foi coletado na pesquisa de campo, cumprindo a função de repórter, que é a de reportar o fato, sem enfeites ou edições desnecessárias a seqüência de idéias expressa pelo entrevistado e futuro leitor.
Quando o morador da comunidade se depara com a matéria, independente de ter participado da mesma, diretamente ou não, ele se vê refletido naquele espelho de tipos e tem um interesse de absorver tudo aquilo, muitas vezes até reivindicando outra página no futuro.
No Morro Boa Vista, o Presidente estava cercado de moradores em um animado bate papo quando chegamos. Aqueles moradores não estavam lá quando a matéria foi feita, mas era fácil observar a cada linha lida a expressão de felicidade e orgulho de toda a comunidade estar presente naquelas palavras.
O que é necessário é uma flexibilidade nas duras regras que oprimem o jornalista para que esse resultado seja alcançado. Essa flexibilidade foi conquistada no segundo formato, que buscou a leveza de um jornal popular sem perder as informações cruciais e de interesse da população.
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Conclusão
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Esse projeto foi essencial para o aprimoramento do exercício que vínhamos pondo em prática desde o número um do UNITERÓI. Tivemos de expandir para um exemplar o que vínhamos produzindo em apenas uma página, arcando com todas as responsabilidades de produção do jornal. Passando por todas as etapas e procedimentos que exigem uma publicação desse porte.
Podemos também destacar a relevância social do projeto por ter dado voz a um segmento da sociedade que é impelida a margem devido a sua situação financeira e social. Dando um exemplo mais direto, podemos citar a situação da comunidade pesqueira retratada no projeto, que vem perdendo espaço compulsivamente para instituições como a PETROBRAS, que desfruta de grande espaço na mídia convencional para relatar o lado positivo de seu empreendimento. Pessoas como o senhor Misael de Lima, Presidente da Associação dos Maricultores Livres de Jurujuba, não costumam ser vistos na grande imprensa dando sua versão dos fatos, mesmo sua opinião, devido a seu posto e sua experiência, sendo fundamental para se tomar qualquer medida relativa a pesca e seus dependentes diretos e indiretos.
Além disso, o projeto cria uma ligação entre a academia e a sociedade, já que ele não se limita aos assuntos acadêmicos, transbordando tais limitações e elevando pontos de interesse geral ao assunto principal da publicação. Isso demonstra que a Universidade não é apenas um círculo fechado que favorece só a ela, mas é bem mais ampla, sendo capaz de beneficiar a toda sociedade, assumindo debates cruciais pra sua manutenção e existência.
O projeto foi aperfeiçoado do primeiro número para o segundo, já que ele proporcionou uma leitura mais leve e arejada de seu material sem perder o foco de interesse do público alvo. Isso nos levou a uma experiência positiva no que diz respeito ao equilíbrio e foco de uma publicação, além de alargar os limites das experiências vividas durante o curso. Experiências essas marcantes e decisivas na vida de um estudante que pretende absorver o máximo de conhecimento teórico e prático que dará o embasamento necessário em seu futuro profissional.
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Bibliografia
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COLARO, Antonio Celso. Projeto Gráfico – teoria e prática da diagramação. São Paulo: Summus, 1994.
LINS DA SILVA, Carlos Eduardo. O adiantado da hora. São Paulo, Summus, 1996.
LOPES, Dirceu Fernandes. Jornal-laboratório – do exercício escolar ao compromisso com o público leitor. São Paulo: Summus, 1992.
MARCONDES FILHO, Ciro. Jornalismo e Comunicação. São Paulo: Hacker, 2000.ROSSI, Clóvis. O que é jornalismo. São Paulo: Brasiliense, 1986.

domingo, 30 de novembro de 2008

Resultado da enquete

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Analisando, da primeira enquete postada nesse blog até a última, podemos observar uma rejeição ou desconfiança das instituições e normas que regem o sistema em que vivemos. Por que então essas normas que deveriam nos servir não são modificadas?


Porque não é interessante para a classe dominante.
3 (30%)

Porque as pessoas tem medo de mudanças.
2 (20%)

Porque todos estão acomodados. Quem cala consente.
5 (50%)

Votos : 10

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Comunidade Indígena em contato

De:
Este remetente é verificado pelo DomainKeys
"Tekoa MBoy-Ty (Aldeia Guarani de Niterói)" Adicionar remetente à lista de contatos
Para:
comunidadeeditoria@yahoo.com.br

Amigos e Colaboradores da Aldeia Tekoa Mboy-Ty,

Na última semana, entre os dias 17/11 e 21/11, aconteceu um grande Encontro de Caciques da etnia Guarani de todas as partes do Brasil e das Américas. O Encontro aconteceu em Curitiba, onde se reuniram 400 Caciques Guarani para discutirem sobre os problemas de suas aldeias, as demarcações de suas terras e temas afins. O Cacique Darci Tupã, da Aldeia Tekoa Mboy-ty de Niterói, marcou sua presença no Encontro através de seus belos depoimentos.
Segue abaixo, o relato de um amigo que teve a oportunidade de presenciar este lindo Encontro de lideranças Guarani. Vide no final, um trecho do depoimento do nosso amigo Darci Tupã.

Abraços Fraternos,

Os Colaboradores da Aldeia Tekoa Mboy-Ty



----- Original Message -----

From: roberto.rathunde@copel.com

Sent: Thursday, November 20, 2008 11:30 AM

Subject: Encontro de Lideranças Guarani

Javyju amigos:
Ontem no final da tarde-noite estivemos - eu, Guilherme e Renata (amiga do Gui) - na aldeia Araçaí, onde tivemos a oportunidade de participar um pouquinho do grande encontro de lideranças guarani das américas. Estima-se que estejam por lá cerca de 200 pessoas, a grande maioria caciques e pagés. O encontro é uma iniciativa dos próprios indígenas - um congresso de lideranças que se formou para tratar, prioritariamente, da questão da terra. Têm o apoio de instituições, ONG´s e particulares. A FUNAI marca uma importante presença e pudemos sentir uma postura muito profissional, positiva e sensível às reivindicações dos parentes. Enfim, o que vimos lá foi, acima de tudo, uma grande articulação guarani em prol dos interesses de seu povo. Presente nas falas o sentimento de que eles próprios precisam assumir posições de liderança e tomar iniciativas na direção da solução dos principais problemas dos povos indígenas - principalmente a reconquista das terras. Em paz, mas com determinação e energia! Saimos de lá ontem com a sensação de que algo de muito importante está acontecendo. Sentimos a presença da dignidade, da força um povo, ao par da amorosidade, do acolhimento, da forte e sempre presente espiritualidade. Que Nhanderu abençoe a todos nós e aos parentes neste momento histórico e nos que estão por vir! Abraços e beijos, Roberto "Falam em saúde, em educação, mas sem a terra, não tem saúde, não tem educação." (lider guarani - litoral paulista) "Dois erros que o homem branco cometeu: o primeiro foi matar índios; o segundo foi não matar todos." (lider guarani - litoral paulista) "Dois erros que o homem branco cometeu: o primeiro foi arrancar o tronco; o segundo foi não arrancar as raízes." (lider guarani da aldeia de Camboinhas, Niteroi/RJ)

terça-feira, 25 de novembro de 2008

O Q CHEGA PELO ORKUT






LA REALIDAD - Natalia Toledo, Nación Zapoteca,Mexico
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de: .Renata Machado I
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para: Em busca da terra sem males...
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enviado: 24 de novembro de 2008 18:44
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http://br.youtube.com/watch?v=PcKlFJQ-q6g

.LA REALIDAD - Natalia Toledo, Nación Zapoteca,MexicoEsos rostros cubiertos que descienden de la montaña como cactus erguidos,llenos de espinas,con su aire puro a cuestas.Esos rostros de estambre negro,ojos anémicos,coágulos en el tiempo.¿Qué es ser indígena?He aquí mi lista:“Tener un idioma para los pájaros,para el aire que silba,un idioma para hablar con la tierrapara platicar la vida,para seducir en las fiestas de los pueblos,una lengua para reírse del forastero torpe,sombras silentes,hiedra en el cuello de la cobardía"¿Qué es ser indígena?Ser indígena es tener un universo,y no renunciar a él.

.Esta mensagem foi enviada por .Renata Machado I.Para visualizar o perfil de .Renata,clique em: http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=320826663495885209



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os perseguidores:

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IMPERDÍVE!!!!!!!
IMPERDÍVE!!!!!!!
IMPERDÍVE!!!!!!!
O MELHOR BAILE DA CIDADE

CASTELO DAS PEDRAS
CASTELO DAS PEDRAS
CASTELO DAS PEDRAS
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APRESENTA
SÁBADO
DIA 29 DE NOVEMBRO
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SHOW COM OS PERSEGUIODORES AO VIVO
SHOW COM OS PERSEGUIODORES AO VIVO
SHOW COM OS PERSEGUIODORES AO VIVO

NA NOITE DA LINGUA IGUAL MOTOR
E DJ BRAULIO TOCANDO TODOS OS SUCESSOS DO FUNK
DAMAS GRÁTIS ATÉ MEIA NOITE
TODOS OS CAMINHOS SÁBADOS TE LEVAM AO BAILE DA CIDADE CASTELO DAS PEDRAS
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EQUIPE CASTELO APOCALIPSE
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NÃO FIQUE FORA DESSA
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

CONTATOS CMI

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BOLETIM DO CENTRO DE MÍDIA INDEPENDENTE - N23 2008 -------- http://www.midiaindependente.org/ --------
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1) RENASCE O MOVIMENTO DE MULHERES INDÍGENAS NA FLOR DA PALAVRA DE TEFÉ.
2) A NOSSA FOME NÃO PODE DAR LUCRO!
3) COMEÇA NA UNIVERSIDAD DE LA TIERRA O XI CONGRESSO INTERNACIONAL DE PSICOLOGIA SOCIAL DA LIBERTAÇÃO.
4) MANIFESTANTES IMPEDEM NOVAMENTE A ABERTURA DA FARSA VERDE.
5) VEM AÍ FLOR DA PALAVRA EM ASSENTAMENTO DO MST.
6) POLÍCIA E REITORIA FEREM AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA E CENSURAM GRUPO DE ESTUDOS NA INTERNET.
7) VIOLÊNCIA DA POLÍCIA FEDERAL CONTRA OS TUPINANBÁ*
8) AUDIÊNCIA PÚBLICA DO PROJETO AZEREDO.
9) CORTADORES/AS DE CANA EM GREVE NA USINA DECASA.
10) I ENCONTRO LIBERTÁRIO: ANARQUISMO E MOVIMENTOS SOCIAIS - FORTALEZA-CE.
11) "NÃO PAGAREMOS A CRISE DE VOCÊS!"
12) 4ª SEMANA DE LUTA PELO PASSE LIVRE.
13) 27 DE OUTUBRO - CONTRA AS PRISÕES ARBITRÁRIAS DO GOVERNO MEXICANO! 14) DESOCUPAÇÃO DE EXTREMA VIOLÊNCIA NA CIDADE "MODELO".
15) LEIA E DISTRIBUA O JORNAL PASSE Nº2, DO MOVIMENTO PASSE LIVRE DE SÃO PAULO.
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1) RENASCE O MOVIMENTO DE MULHERES INDÍGENAS NA FLOR DA PALAVRA DE TEFÉ.
Aconteceu de 13 a 15 de novembro, em Tefé, Amazonas, a Flor da Palavra + Assembléia da Associação Cultural dos Povos Indígenas do Médio Solimões e Afluentes (ACPIMSA - de 13 a 14) + Assembléia da Associação das Mulheres Indígenas do Médio Solimões e Afluentes (AMINSA - dia 15). Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/11/434003.shtml
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2) A NOSSA FOME NÃO PODE DAR LUCRO!
Na manhã de 19 de novembro, às 9 horas, mais de 500 famílias do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) e da APA (Associação Periferia Ativa) ocuparam simultaneamente os SUPERMERCADOS EXTRA e CARREFOUR. Ocuparam o supermercado Extra da Estrada do Campo Limpo, na divisa com Taboão da Serra e o Carrefour da Giovani Gronchi, ao lado do terminal João Dias. Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/11/433902.shtml
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3) COMEÇA NA UNIVERSIDAD DE LA TIERRA O XI CONGRESSO INTERNACIONAL DE PSICOLOGIA SOCIAL DA LIBERTAÇÃO.
Desde as 8 da manhã tem chegaram na entrada da Universidad de la tierra-CIDECI companheiros e companheiras participantes do IX Congresso Internacional de Psicologia Social da Libertação, que se iniciou dia 11/11 a se prolongou até domingo, dia 16/11. Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/11/433601.shtml
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4) MANIFESTANTES IMPEDEM NOVAMENTE A ABERTURA DA FARSA VERDE.
Na terça-feira,12/11 em Vitória - ES, um grupo de aproximadamente 50 manifestantes, vestidos à caráter, provocou o cancelamento da abertura da maior mentira ambiental do estado, a Feira do Verde, também conhecida por Farsa do Verde. Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/11/433412.shtml
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5) VEM AÍ FLOR DA PALAVRA EM ASSENTAMENTO DO MST.
Na segunda-feira, 17/11, teve vez uma Flor da Palavra na Cooperativa de Produção Agropecuária Vitória do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (Copavi-MST)em Paranacity, região de Maringá-PR. Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/11/433400.shtml
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6) POLÍCIA E REITORIA FEREM AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA E CENSURAM GRUPO DE ESTUDOS NA INTERNET.
No dia 06/08/08, a Policia Civil do 7º DP de Barão Geraldo (Campinas) apreendeu o servidor de internet do Grupo de Estudos Saravá que estava hospedado no IFCH - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, devido a uma denúncia feita pela reitoria da mesma universidade. Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/11/433184.shtml
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7) VIOLÊNCIA DA POLÍCIA FEDERAL CONTRA OS TUPINANBÁ*
* Pronunciamento da Comunidade Tupinambá da Serra do Padeiro Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/11/432966.shtml
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8) AUDIÊNCIA PÚBLICA DO PROJETO AZEREDO.
O substitutivo proposto pelo deputado Eduardo Azeredo como lei dos cibercrimes no Brasil foi debatido em audiência pública no dia 13 de novembro às 9:30 na Câmara dos Deputados, Brasília. Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/11/432965.shtml
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9) CORTADORES/AS DE CANA EM GREVE NA USINA DECASA.
Na manhã do dia, 04 de novembro, cerca de 10 turmas de cortadores de cana cruzaram os braços nas Usinas de Açúcar e Álcool e Biodiesel Decasa, localizada no município de Caiuá interior de São Paulo. Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/11/432945.shtml
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10) I ENCONTRO LIBERTÁRIO: ANARQUISMO E MOVIMENTOS SOCIAIS - FORTALEZA-CE.
De 08 a 11 de dezembro, a Organização Resistência Libertária (ORL) estará realizando em Fortaleza o I Encontro Libertário: Anarquismo e Movimentos Sociais. Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/11/432689.shtml
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11) "NÃO PAGAREMOS A CRISE DE VOCÊS!"
A Itália está vivendo um período agitado de revolta contra a chamada reforma Gelmini, que reúne um amplo movimento de estudantes universitários e de escola primária, mas também de professores, pais, empregados da universidade e sindicatos. Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/11/432599.shtml
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12) 4ª SEMANA DE LUTA PELO PASSE LIVRE.
Pelo quarto ano seguido o Movimento Passe Livre organizou manifestações na semana do 26 de outubro, data escolhida para simbolizar o dia de luta nacional pela gratuidade no transporte coletivo. Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/10/432088.shtml
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13) 27 DE OUTUBRO - CONTRA AS PRISÕES ARBITRÁRIAS DO GOVERNO MEXICANO!
Há dois anos, durante o levante popular de Oaxaca, México, tombou Brad Will, voluntário da Rede Indymedia. Brad filmou a própria morte e os agentes do governo que atiraram contra a barricada, atingindo-o no peito. Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/10/432084.shtml
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14) DESOCUPAÇÃO DE EXTREMA VIOLÊNCIA NA CIDADE "MODELO"
Na manhã do dia 23 de Outubro, às 7:30 da manhã cerca de 1500 policiais da Polícia Militar deram início a desocupação da área vila Alta Floresta em Curitiba-PR. Moradores fizeram uma barreira simbólica representando a resistência e luta pela moradia. Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/10/431878.shtml
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15) LEIA E DISTRIBUA O JORNAL PASSE Nº2, DO MOVIMENTO PASSE LIVRE DE SÃO PAULO.
Já está disponível o segundo número do jornal PASSE, do Movimento Passe Livre de São Paulo. Para ler e passar adiante. Matéria completa: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/10/431715.shtml__
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É livre a reprodução para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.