segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

CONHEÇA ESSAS COMUNIDADES DO ORKUT E USE ESSES ESPAÇOS COMO LOCAIS CONSTRUTIVOS DE DEBATES E TROCAS DE IDÉIAS.

Em defesa da Aldeia Imbuhy (174 membros)
A Aldeia Imbuy em Niterói no Rio de Janeiro é composta por caiçaras que estão no local a muitos anos, são anteriores a construção do Forte Imbuy e aos militares.A primeira bandeira da república foi bordada por uma antiga moradora. Querem despejar 32 famílias da Aldeia do Imbuhy.Na praia do Imbuhy, o Exército instalou um hotel aonde era a escola da comunidade. De águas limpas, a praia é privativa. Só a freqüentam militares e convidados.
http://defesadaaldeiaimbuhy.blogspot.com/

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=68053129





Sua Majestade o Baião (5 membros)
suamajestadeobaiao2.blogspot.com

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=68795621





Centro de Midia Independente (2.656 membros)
centro de midia independenteodeia a midia? seja a midia!





Marçal de souza TUPÃ i (18 membros)
Marçal De Souza O banguela dos lábios de mel. Marçal de Souza, TUPÃ i, por muitos chamado de Marçal Guarani nasceu no dia 24 de dezembro de 1920, foi brutalmente assassinado em 25 de novembro de 1983 no município de Antônio João-MS foi um líder guarani que grande parte da sua vida lutou em prol do seu povo.. Denunciando a exploração nas aldeias indígenas.Um pouco antes da sua morte ele teria dito:"sou uma pessoa marcada para morrer, mas por uma causa justa a gente morre...".
DOCUMENTARIO: Marçal de Souza Tupã i : Pequeno Deus, um grande ideal uma história esquecida.




Comunidade Editoria (49 membros)
Comunidade Editoria é o trabalho Jornalísticoantropologosocial realizado por Fabio da Silva Barbosa e Luiz Henrique Peixoto Caldas nas mais diversas comunidades existentes. Conheça mais sobre esse trabalho.

domingo, 18 de janeiro de 2009

From: Renata Bessa Date: 2009/1/17


Olá pessoal,

Dêem uma olhada na matéria que a Folha de São Paulo fez sobre a aula de língua e cultura Guarani ministrada pelo cacique Darci Tupã, na Aldeia de Camboinhas! Pena que alguns representantes do IEF, conforme depoimento relatado na reportagem, não conseguem enxergar o quanto é benéfico para a preservação da natureza local, a permanência dos Guarani na região. Os Guarani respeitam o solo, o mar, a lagoa, e toda a fauna e flora do local. Vivem em simbiose com a natureza! Isto é parte da vida e da tradição deste povo tão sábio!

Bjos,

Renatinha Bessa

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

JÁ DE VOLTA E JÁ NA LUTA


ATO PÚBLICO EM DEFESA DOS MORADORES DA ALDEIA IMBUHY

DATA: 18 DE JANEIRO (DOMINGO)

LOCAL: CAMPO DE SÃO BENTO - ICARAI (Entrada da Av. Roberto Silveira)

HORA: 10:00
O texto sobre a Aldeia Imbhuy (panfleto em anexo).

http://defesadaaldeiaimbuhy.blogspot.com/

Todo apoio à luta dos moradores da Aldeia Imbuhy!

Os moradores da Aldeia Imbuhy, situada nas proximidades da fortaleza militar que leva o mesmo nome, vivem em clima de guerra com o Exército desde 1995. O motivo? Uma ação de reintegração de posse impetrada na Justiça pelos militares, que desejam expulsar do local, famílias que lá vivem há décadas. Trata-se de uma comunidade tradicional que corre o risco de ser desalojada pelo Exército sob o pretexto de que sua presença no interior da área da fortaleza militar constituiria "ameaça à segurança nacional". Vale registrar que os militares realizam uma série de eventos no Forte: réveillon, happy hour, churrascos, rodeios e festas em geral. Tudo sempre com muita bebida alcoólica, é claro. É curioso observar como, na concepção do Exército brasileiro, a presença de milhares de pessoas estranhas no interior do Forte em eventos como esses não parece constituir ameaça à segurança nacional. Enquanto isso, 32 famílias que lá vivem há mais de um século, desde 1889, quando lá foi bordada a primeira bandeira do Brasil por uma moradora da comunidade, são vistas como um grande perigo que precisa ser eliminado "pelo bem da pátria".

Como se não bastasse a ação de reintegração de posse, a própria convivência dos aldeões com o Exército há muito tempo os expõe a muitas arbitrariedades e constrangimentos. Em conseqüência disso, das 800 famílias que originalmente habitavam o local, restam hoje apenas 32. Atualmente, a pesca, que durante décadas foi a atividade responsável pelo sustento de boa parte dos moradores, quase não é mais praticada. Isto porque os militares passaram a restringir o horário para a pesca, além de proibirem a entrada de caminhões pesqueiros no Forte. Também não faltam denúncias de omissão de socorro e abuso de autoridade por parte dos militares.
Agora, em função da reintegração de posse, os moradores da aldeia têm menos de 50 dias para deixar o local. Em um regime dito democrático, o Poder Executivo Federal tem poderes sobre o Exército. No entanto, o Governo Lula não toma nenhuma atitude em defesa dos moradores e, pelo contrário, se omite e se recusa a recebê-los. Tanto o Poder Executivo quanto o Poder Judiciário devem fazer justiça e se posicionar definitivamente pela permanência da comunidade.
Neste momento tão delicado, é importante que ofereçamos nosso apoio aos moradores da Aldeia Imbuhy, que estão prestes a serem desalojados do local que sempre preservaram e vivem há mais de um século.

- Entre na comunidade do orkut: Em defesa da Aldeia Imbuhy
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ARTE DE ALEXANDRE MENDES

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Pausa de final de ano

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VAMOS DAR UMA PAUSA PARA NOS ORGANIZAR E TENTAR SUPERAR AS ATUAIS DIFICULDADES DE TRABALHO. PRETENDEMOS ESTAR DE VOLTA NO INÍCIO DE JANEIRO COM MAIS INFORMAÇÕES DIÁRIAS SOBRE AS COMUNIDADES.
FORTE ABRAÇO E ATÉ BREVE
FSB&LHPC
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Presidente da Associação de Moradores da Travessa Iara bota a boca no trombone.

Por: Fabio da Silva Barbosa
e Luiz Henrique Peixoto Caldas

A Comunidade Iara, em Santa Rosa, possui muitas particularidades, a começar pelo seu nome. Embora muitas pessoas conheçam o lugar por essa denominação que veio de sua antiga nomenclatura (Travessa Iara), a localidade foi rebatizada a cerca de dez anos com o nome Quintino José Ferreira, como se chamava um antigo morador. Edson José Ferreira, 52, Presidente da Associação de moradores local afirma que muitos nem sabem sobre a mudança e que todos ainda conhecem o lugar por Iara. Outra particularidade apontada por Edson é a localização da comunidade, que mesmo os correios considerando ser parte do bairro de Santa Rosa, muitos acreditam que o lugar faz parte do Cubango. "Mas aqui é Santa Rosa. O livro de CEP do correio é quem diz a verdade. É o registro." Informa o Presidente.
Não existem projetos sociais no local. O Presidente tem alguns projetos, mas ainda não houve incentivo de nenhuma entidade ou órgão do governo para por em prática. Embora tenha água na comunidade, à rede é muito antiga e deveria ser reavaliada, assim como a pavimentação que já apresenta desgaste em vários pontos por ter sido feita a muitos anos. Uma questão levantada relativa à água é que algumas pessoas alegam que certos moradores de comunidade não pagam água. "Mas isso é responsabilidade dos órgãos competentes. Eles têm de resolver. O problema que estou apresentando é um, eles ao invés de resolver me apresentam outro." Reclama Edson. A rede de esgoto também precisa ser revista. Entupimentos acontecem com freqüência. A comunidade conta com cerca de aproximadamente 340 casas e mais de mil moradores.
Uma das obras pedidas é no parapeito de uma das vias de acesso a comunidade, que está em estado precário e deveria manter a segurança dos moradores contra possíves acidentes. Galões de lixo foram solicitados, mas segundo nos informou o Presidente, a CLIM alegou estarem em falta.

Solta o verbo Presidente


O presidente é outra particularidade. Dono de uma opinião forte segundo ele próprio, tido por muitos como um tanto radical, Edinho, como é conhecido pela redondeza, nos recebeu em sua casa para esclarecedor e animado bate papo.
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COMUNIDADE: Você nos disse que sua administração termina no início de 2009. Você acredita que conseguiu atingir seus objetivos?

EDINHO: Não. Quando entrei na associação eu queria trabalhar de uma forma tida por muitos como arcaica, mas acredito que é a forma mais correta de trabalhar. Essa forma é a de ir à prefeitura e apresentar as deficiências da comunidade. Esses pedidos deveriam então ser atendidos com o prazo devido. Dependendo da situação apresentada. Só que o que acontece não é isso. Se você chegar lá e não tiver um cara que indicou ou uma força política, nada acontece. Só que isso é obrigação do poder público garantir o bem estar da população. Suprir essas necessidades, independente de estar colado com cicrano ou beltrano. È de desanimar. Mas eu não desanimo. Bato em uma porta, bato em outra, fazendo sempre meus ofícios.

COMUNIDADE: Os políticos, então, não têm cumprido com seu papel na sociedade?
EDINHO: Em político eu não acredito mais. Você só vê político se vangloriando de estar fazendo isso ou aquilo em lugar que tem voto. E ele não está fazendo mais que sua obrigação, já que o dinheiro dessas obras vem do próprio contribuinte. Agora, isso é obrigação da Prefeitura. Não é o Vereador que tem de estar fazendo isso. A função do Vereador é legislar e fiscalizar. Mas estar de frente nessas obras traz votos. Os valores nesse país estão se invertendo. Eu fico até com medo por observar que isso é um comportamento a nível internacional. Os corruptos estão sempre numa boa. Aí se descobre um furo e faz um alarde, mas depois acaba e fica tudo nisso mesmo. O cara continua numa boa. Só se vê obra eleitoreira. Se der menos de três mil votos não se faz obra. Deixam à comunidade abandonada. A verdade é essa cara. Isso pode ser observado até nos sindicatos. Isso dificulta trabalhar em uma associação e conseguir melhorias para a comunidade. Sou aposentado do Ministério da Saúde. A maioria dos caras que entram em uma associação daqui a pouco vem como vereador e tal... Eu não quero nada disso. Não preciso. Graças a Deus.
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COMUNIDADE: E por que isso está acontecendo?
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EDINHO: Eu sou até um pouco radical. Antigamente chegavam cadernos para o colégio público, hoje essas escolas estão abandonadas. Só o que existe agora é interesse político. O que está dando para entender é que ninguém pensa em melhorar mais nada. O principal para um povo é educação. Esse é o alicerce. É a mola mestra. Tudo que está acontecendo hoje é por falta de educação e oportunidade de trabalho. Tem de dar ocupação para crianças e jovens. Na minha época entrava 7:00 h da manhã e saía 17:30 do Colégio Henrique Laje. Isso quando não tinha ensaio da banda. Aí, quem era da banda, saía as 19:00h. Esse é o único jeito. Instruir esse povo. Se não essa criançada que está aí agora, serão os novos marginais de amanhã. Serão todos recrutados pelo tráfico. Infelizmente. Não vai ter outro jeito. Já escutei muitos relatos tristes de pessoas que tinham uma profissão, mas não conseguiam um salário digno no mercado de trabalho. Antigamente no hospital onde trabalhei tinha de tudo. Se a pessoa precisasse de caneta tinha. Hoje não leva sua caneta para trabalhar só para ver se tem como escrever. Antigamente se tinha Bucomaxilo, Nefrologista... Hoje está difícil encontrar certas especialidades na saúde pública. Ta tudo acabando. Eu to até com medo dessa situação.

COMUNIDADE: Medo?
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EDINHO: Não é brincadeira não... Se a coisa continuar desse jeito amigo... vai dar problema. Mas eles fazem isso com o povo achando que não sobra para eles. Só que isso é uma bola de neve. E quando essa bola atingir seu voluma máximo, vai sobrar para todo mundo. Vai respingar para todo lado. Se continuar desse jeito creio que chegaremos a uma revolução urbana. Vai ser um caos. Um salve quem puder. A coisa está ficando estranha. Nós temos condições de ser o primeiro lugar do mundo, mas o roubo é muito grande. A floresta amazônica é riquíssima e não existe um controle eficaz. Se qualquer outro país tivesse a metade da corrupção que tem aqui já tinha quebrado. Você não vê ninguém vindo de bom grado para fazer o certo simplesmente por ser certo. Ninguém quer fazer um bom trabalho para ajudar os menos favorecidos. Eles querem arrumar algum. Eles querem o status de políticos. Querem os lucros. Essa é a triste verdade. Acho que isso deve ter a ver com aquela lei do Gerson.
COMUNIDADE: E por que o povo não reivindica seus direitos?
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EDINHO: O povo, coitado, é quem paga. Paga por estar mal instruído. Não conhece seus direitos. Vou continuar batendo nessa tecla. E-D-U-C-A-Ç-Ã-O. Um exemplo disso é o voto nulo. Quase ninguém sabe o que é o voto nulo. O que acontece. O que se vê é o povo cada vez mais insatisfeito e votando no cara. Às vezes faço uma enquête na minha loja e de 50 pessoas que entram lá, uma sabe o que é o voto nulo. Como se anula, o que acontece se tiver mais de cinqüenta por cento de votos nulos. Essa é a única arma que o povo tem. O povo acha que votar é obrigação. Isso não é obrigação. É direito. De direito para obrigação existe uma distância enorme. Eles levam para outro lado. O povo não tem de ir votar porque é obrigado, mas por estar convicto da escolha de seu representante, ou então para botar todos eles na rua.
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COMUNIDADE: Isso seria uma grande mudança no modo do povo se relacionar com a política.

EDINHO: O povo não conhece a lei eleitoral, só quer cesta básica e declaração. Recebi um e-mail, onde um ex-combatente de guerra ensinava ao seu professor como se prende porco do mato. Ele disseque era muito fácil. Era só jogar um punhado de milho no quintal e esperar o porco vir comer. Depois de ele aparecer para comer o milho durante um tempo se coloca uma cerca de um lado. Passado algum tempo, o porco já vai ter se acostumado a ela. Aí você fecha em L. Passado mais um tempo você fecha em U. Um belo dia você fecha a cerca deixando apenas o portão para ele entrar e sair. Quando ele menos esperar você fecha o portão. O bolsa família é o milho. O povo não precisa de esmola. Ele tem de ter condições dignas de ir ao mercado e fazer suas compras. Essa história de cesta básica é antiga. O povo tem direito a saúde e educação, mas ninguém dá isso a ele. Eles querem que o povo viva como o porco da história. Se acostumando ao milho atirado no quintal, para quando ele menos esperar estar cercado.
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COMUNIDADE: E por que o governo não investe em educação?
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EDINHO: Porque não é interessante para ele. Eu só posso acreditar nisso. O povo está muito mal informado. Dá pena de um povo que está sendo privado da verdadeira informação. Eles falam coisas que não tem nada a ver com a realidade. Muitas vezes, a culpa de certas coisas cai sobre pessoas que não tem como resolver certos problemas. No meu caso, por exemplo, canso de escutar pessoas me recriminando como se tudo fosse culpa do Presidente da associação. Eu faço o ofício, peço a obra, acompanho e aí quando chega ao setor competente eles alegam que não tem dinheiro... Que não vão fazer... Se não tiver voto, um acordo com uma pessoa que abrace a área, vai ficar chupando dedo na pista. É muito difícil trabalhar assim. São pessoas que não querem ver nosso verdadeiro crescimento. Querem sempre que estejamos dependendo de sua ajuda.

Pausa de final de ano

VAMOS DAR UMA PAUSA PARA NOS ORGANIZAR E TENTAR SUPERAR AS ATUAIS DIFICULDADES DE TRABALHO. PRETENDEMOS ESTAR DE VOLTA NO INÍCIO DE JANEIRO COM MAIS INFORMAÇÕES DIÁRIAS SOBRE AS COMUNIDADES.
FORTE ABRAÇO E ATÉ BREVE
FSB&LHPC

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Para as comunidades de Minas - Contatos: FAVELA É ISSO AÍ


BOLETIM ELETRÔNICO FAVELA É ISSO AÍ – N° 77 - 01/12/2008
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audiovisual Favela é Isso promove oficinas no interior do estado A ONG Favela é Isso Aí oferece, através do Projeto Imagens da Cultura Popular, oficinas de vídeo–documentário e animação, na cidade de Santana dos Montes, a 120 km de Belo Horizonte e próximo a Conselheiro Lafaiete. As atividades começam nesta segunda e terminam no dia 10. O projeto é realizado via Lei Estadual de Incentivo à Cultura e patrocinado pela VIVO. O foco é o patrimônio cultural e histórico da cidade. As oficinas são realizadas em parceria com o Museu de Santana dos Montes, que é financiado com recursos do IPHAN/ MINC.
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Festa de inauguração de centros culturais na capital
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Três centros culturais serão inaugurados, neste final de semana, em Belo Horizonte. Os três novos espaços de cultura, que ficam nos bairros Padre Eustáquio, Salgado Filho e Jardim Guanabara, foram demandas dos moradores, via Orçamento Participativo. O Centro Cultural Padre Eustáquio, assim como o Centro Cultural do Jardim Guanabara, conta com biblioteca, salas para oficinas de artes plásticas, artes cênicas e praça com palco. O Centro Cultural Salgado Filho, além de biblioteca, tem sala de processamento técnico, espaço para o público infantil, adulto e inclusão digital, auditório multiuso com camarim, salas para oficinas de artes plásticas, hall de exposições e uma praça de eventos. Inaugurações Os centros culturais Padre Eustáquio e Jardim Guanabara serão inaugurados no sábado (06) a partir das nove horas da manhã. Já a inauguração do Centro Cultural Salgado Filho acontece no domingo (07) também a partir das nove da manha. A programação cultural dos eventos conta com corais, circo, bandas de música de diversos estilos, roda de capoeira e apresentação de dança de rua.
Endereços
O Centro Cultural Padre Eustáquio fica na Rua Jacutinga, na antiga Feira Coberta.
O Centro Cultural Salgado Filho fica na Rua Nova Ponte, 22.
E o Centro Cultural Jardim Guanabara fica na Rua João Alves Cabral, 277, no Floramar.
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Festa BC One tem edição especial em BH
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– participação do DJ Francis, do NUCA festa BC One - Edição Especial BH será realizada neste sábado (06). No repertório dos DJ,s Francis do N.U.C, Kaio Santana e Vall com muita música eletrônica e black music. A festa acontece a partir das dez horas da noite na Saga Seasons que fica na rua da Bahia, 1313, no Lourdes. Mais informações pelos telefones 3226-4795 ou 9504-7452.