domingo, 8 de fevereiro de 2009

HOJE É DIA DE FESTA NAS COMUNIDADES

FOTOS, TEXTOS E TUDO O MAIS: FABIO DA SILVA BARBOSA E LUIZ HENRIQUE PEIXOTO CALDAS



O BLOCO UM DIA SAI VAI PARTIR DA MARTINS TORRES, SANTA ROSA, NITERÓI, RJ, ÀS 15 H, MAS A FOLIA COMEÇA A PARTIR DA MANHÃ, EM FRENTE AO BAR DO RECO.




O CAMPEONATO DE FUTEBOL NO ZULU CONTINUA ARREBENTANDO. NO CAMPINHO DA COMUNIDADE . ESTRADA ALARICO DE SOUZA, SANTA ROSA NITERÓI, RJ.



E O MINISTÉRIO DO BAIÃO VAI ATERRIZAR NO PAVILHÃO DE SÃO CRISTÓVÃO, NA TRADICIONAL FEIRA DOS PARAÍBAS. A APRESENTAÇÃO SERÁ NA BARRACA SOL E LUA NO DECORRER DO DIA.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Amigos e Colaboradores da Aldeia Tekoa Mboy-Ty,

No próximo domingo, dia 8/02, o cacique Darci Tupã convida a todos para a primeira apresentação do Canto Guarani no ano de 2009. A apresentação será na própria Aldeia, às 17:30h.

Venham todos ouvir e assitir a esses lindos cantos apresentados pelas crianças e jovens Guarani! Tragam seus amigos!

Haverá também, exposição e venda do artesanato Guarani.

Abraços Fraternos e até lá!

Os Colaboradores da Aldeia Tekoa Mboy-Ty/ CIN - Comissão Indígena de Niterói

SESC APRESENTA:


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Notícias sobre a comissão Indígena de Niterói

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Publicado na Agência Chasque, no Rio Grande do Sul, a partir da nota publicada na Agência Petroleira

Guarani criam comissão indígena no RioIndígenas Guarani da região de Camboinhas, em Niterói, no Rio de Janeiro, criaram uma comissão para defender os interesses dos povos./ A principal luta do grupo será manter a comunidade no local, que sofre forte pressão imobiliária./ Camboinhas é uma das mais movimentadas praias de Niterói./ Rumores ainda apontam que a prefeitura municipal e o Ministério do Meio Ambiente estariam planejando retirar os indígenas do local para construir um museu.///



ATA ASSEMBLÉIA EXTRAORDINÁRIA DO CCOB
Eleição da CIN – Comissão Indígena de Niterói

Ata da Assembléia Geral Extraordinária do Conselho Comunitário da Orla da Baia de Niterói – CCOB, realizada no dia 22 de janeiro de 2009, às 17 horas, à Rua Andrade Neves nº 186. Com a finalidade da criação da comissão para assuntos indígenas, que recebe o nome de "COMISSÃO INDÍGENA DE NITERÓI" (CIN). A Comissão criada segundo previsão do Estatuto do Conselho Comunitário da orla da Baia, em seu Artigo nº 19 da seção III, "Das Comissões Especializadas", composta pelos nomes a seguir: Darci Nunes de Oliveira (Presidente); José Ribamar Bessa Freire (Vice Presidente); Renata Maria Bessa Respeita Berganini (Secretária); Arlindo Carvalho de Souza Filho (Tesoureiro); Priscila Camargo (coordenadora cultural e eventos); Roberta Ferrari Andrade Charmaux Sertã (Coordenadora de Assistência Social); Colaboradores: Luiz Orlando Cardoso Correia; Carlos Augusto Valdetaro da Cunha; José de Azevedo; Margarida Cecília Esteves e Almeida; Manoel Martins; Jezivaldo Freitas (Vereador Renatinho); Denise Teles Nascimento Hofstran; Lúcia Maria Bessa Respeita; Licurgo (ator); Gilberto Miranda (Ator).

Esta Comissão Criada nesta AGE do CCOB, terá como objetivo a representação do Conselho Comunitário da Orla da Baia de Niterói, no acompanhamento das questões indígenas. Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos, e como Secretario lavrei a presente ata. Que vai por mim assinada, Carlos Augusto Valdetaro da Cunha, e pelo Presidente do CCOB, José de Azevedo.


CCOB
Conselho Comunitário
da Orla da Baia de Niterói

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

DOMINGUEIRA NA FEIRA DO PARAÍBA - 08/02/09


No próximo domingo, Zé Mohura e o Ministério do Baião estarão na Feira de São Cristóvão, Rio de Janeiro, mostrando a força da comunidade nordestina. O cigano irá comandar a parte musical, trazendo muita animação e cultura popular. A partir das 11:00 na barraca Sol e Lua.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Resultado da enquete

Quanto aos moradores da Aldeia Imbuhy

Eles devem permanecer onde vivem a mais de um século
10 (90%)

Eles devem sair atendendo as pressões do exército
0 (0%)

Não sei
1 (9%)

Votos: 11

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Aldeia imbuhy

POR: FABIO DA SILVA BARBOSA
E LUIZ HENRIQUE PEIXOTO CALDAS

Para os desavisados pareciam cenas da época da ditadura militar. Pessoas e organizações diversas em vários pontos de Niterói, durante todo mês de janeiro, organizando protestos direcionados aos abusos cometidos por militares contra moradores centenários de uma tradicional comunidade pesqueira da Cidade. A Aldeia Imbuhy, que já vem a muito perdendo espaço para o Exército Brasileiro e tendo seu direito de ir e vir completamente cerceado pelos mesmos, está mais perto que nunca de perder o único local que conheceram como casa durante toda a vida.
Nos eventos podiam ser encontrados estudantes, jornalistas, escritores, movimentos anarquistas, os habitantes da aldeia indígena de Camboinhas, entre outros. O índio Orutau, da etnia Guajajara, disse que estão sofrendo uma pressão muito forte por parte do ministério público e da Prefeitura, o que fez com que tivessem uma empatia imediata com o sofrimento da aldeia de pescadores que está sendo pressionada pelo Forte e não recebe nenhum apoio dos órgãos competentes. “O Imbuhy também nos apóia em Camboinhas. Estamos retribuindo e nos fortalecendo com esta união. Somos duas comunidades tradicionais da cidade. Eles são uma comunidade tradicional pesqueira e nós uma comunidade indígena que faz parte da história da cidade.” Concluiu Orutau. Além das dificuldades em comum o mesmo advogado luta por ambas as causas. Arão da Providência Araújo Filho, é de origem indígena e acredita que essas comunidades deveriam ser olhadas com maior respeito.

O índio Orutau


A CCOB (Conselho Comunitário da Orla da Baía) também vem dando forte apoio a ambas as lutas e diz que o maior inimigo a ser vencido é o interesse econômico e imobiliário. Várias pessoas que passavam pelas manifestações davam seu apoio e se espantavam por não serem informadas de tais acontecimentos pela mídia convencional. Clara Maria, 78, ficou chocada. “Não sei o que me espanta mais. Se é o exército se preocupando com esas famílias de bem enquanto a Amazônia é saqueada por estrangeiros, se é a omissão dos meios de comunicação e do governo federal, ou se são as pessoas que passam direto por uma manifestação como esta sem se interessar em saber o que está acontecendo em nossa cidade.”
As 32 famílias que ainda resistem na Aldeia Imbuhy são cada vez mais pressionadas. Segundo moradores até ameaça armada já receberam e muitos de seus parentes são impedidos de visita-los, pois o exército controla com mão de ferro quem entra e sai das moradias alegando que aquela é uma área de segurança nacional, mas os moradores dizem que estão ali antes do forte e que a primeira bandeira da república foi bordada por uma moradora local.